Dia de abraços...
...e de afagos a essa Limeira, que está precisando de carinho, atenção, cuidado... . Essa jovem cidade de 185 anos merece muito mais do que estão dando a ela. Do que estamos dando a ela. Que a consciência de cada um aponte o caminho certo. O mais triste deste aniversário é que até mesmo a maquiagem foi esquecida!
Dando um tempo
Assumi um compromisso público, recentemente, de não mais tocar no assunto semáforos, enquanto eles não fossem sincronizados. Portanto, continuo no mais profundo silêncio sobre esse assunto. Ainda estou parado na luz vermelha!
O leitor escreve
Recebi, via e-mail, um comentário de um leitor sobre meu artigo de terça-feira. Ele escreveu que foi muito a propósito minha opinião sobre os improvisos. E sugeriu outras abordagens, "principalmente sobre o trânsito local, que está caminhando para o caos. Ruas estreitas com mão dupla, estacionamento regulamentado nos dois lados e ainda algumas com ônibus nos dois sentidos. Há muitas ruas onde não se consegue ultrapassar, devido ao estacionamento permitido nos dois lados", escreveu o leitor.
Não engana mais
Que fiquem atentos nossos agentes políticos. A opinião pública está atenta a tudo. Felizmente!
Português claro
Para completar meu artigo de terça-feira, nesta coluna. A palavra de hoje é improvisar. Segundo o novo dicionário Houaiss da língua portuguesa, improvisar é um verbo que pode ser transitivo direto e também intransitivo ou pronominal. Seus significados: fazer, arranjar de repente, sem preparação, organizar às pressas; compor na hora, sem prévio preparo, de improviso; engendrar na hora (mentira ou desculpa); inventar, mentir; invocar falsamente ou forjar (leis, documentos, costumes inexistentes); criar (objeto) com os recursos do momento; desempenhar (papel, função etc.) para o qual não se está habilitado.
A última de hoje
O descanso do corpo é o consolo da família. No coração dos amigos, a saudade! João Ferraz fará falta à roda de amigos nos domingos da Copa Gazeta. Só quem o conheceu pessoalmente e conviveu com ele, mesmo que profissionalmente, pôde conhecer seu caráter. Descanse em paz! Um dia voltaremos a nos encontrar. Todos!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Esta cidade é um improviso!
Limeira é uma cidade estranha. Até para nós, jornalistas, que mantemos um olho no peixe e outro no gato, as situações se repetem, num círculo vicioso de inconstâncias e improvisações. Por aqui nada é definitivo. Ano a ano, nos deparamos com a estaca zero e o recomeço é inevitável. Para piorar, esse recomeço se transforma em retrabalho, quando se percebe que está fazendo tudo o que foi feito, da mesma forma, para alcançar o mesmo objetivo. Ou seja, nada andou de fato, estabelecendo-se que, em certos casos, nem mesmo o círculo se completa, pois é apenas um girar sobre o próprio eixo.
Essa estagnação pública contamina até a iniciativa privada que, a reboque do malfeito, faz pior ainda. A sucessão de desacertos é tanta, que as próprias manchetes estampadas nos jornais ou tratadas aos microfones e câmeras da mídia eletrônica se repetem. E nós, colunistas, somos sempre obrigados pela própria situação - e neste caso entra a visão crítica de cada um - a repetir uma ladainha cansativa. E não há outra coisa a fazer senão escrever e pedir a agilidade necessária a quem tem essa obrigação. E tudo acaba em decepção. E em todos os sinônimos que esta palavra enseja.
A triste situação do Shopping Pátio, por exemplo, é uma consequência anunciada por esse descompasso. Tem sua parcela de culpa, sim, o poder público municipal, que não fiscalizou e exigiu, desde o começo, que tudo fosse feito dentro dos rigores das normas técnicas e nem sequer fiscalizou o andamento das obras. O mais importante era aparecer em fotografias, anunciar investimentos e lojas âncoras como conquistas pessoais e garantir dividendos políticos. A ressaca chega agora como efeito colateral dessa falta de atenção. O próprio empreendimento improvisou, utilizando-se de um velho barracão industrial como ponto de partida, que em nada tinha a ver com a obra atual. Merecia, portanto, um olhar mais atento. Improviso que se estendeu pela falta de laudos técnicos necessários por longa data. Cumpra-se, então, a decisão judicial.
Por aqui se improvisam estádios, pela ausência do poder público na hora certa. Correr contra o tempo virou regra e não mais exceção. Ainda no segmento esportivo, para citar mais um, a equipe de basquete pode ter que custear dos próprios cofres as reformas no vestiário do Vô Lucato, que é bem público. E aeronaves são obrigadas a pedir permissão para pouso de emergência, em aeródromo que nem mais existe. Isso para não falar que uma praça com museu e biblioteca virou terminal do transporte público municipal e feira de quinquilharias. O museu está fechado e a biblioteca em prédio alugado e mal acomodado. E o terminal? Em obra eterna e sabe-se lá quando ficará pronto. Blota Jr. grande apresentador dos palcos televisivos, há décadas dizia na TV Record dos bons tempos, que "Esta noite se improvisa". Deve ter se inspirado em Limeira.
Essa estagnação pública contamina até a iniciativa privada que, a reboque do malfeito, faz pior ainda. A sucessão de desacertos é tanta, que as próprias manchetes estampadas nos jornais ou tratadas aos microfones e câmeras da mídia eletrônica se repetem. E nós, colunistas, somos sempre obrigados pela própria situação - e neste caso entra a visão crítica de cada um - a repetir uma ladainha cansativa. E não há outra coisa a fazer senão escrever e pedir a agilidade necessária a quem tem essa obrigação. E tudo acaba em decepção. E em todos os sinônimos que esta palavra enseja.
A triste situação do Shopping Pátio, por exemplo, é uma consequência anunciada por esse descompasso. Tem sua parcela de culpa, sim, o poder público municipal, que não fiscalizou e exigiu, desde o começo, que tudo fosse feito dentro dos rigores das normas técnicas e nem sequer fiscalizou o andamento das obras. O mais importante era aparecer em fotografias, anunciar investimentos e lojas âncoras como conquistas pessoais e garantir dividendos políticos. A ressaca chega agora como efeito colateral dessa falta de atenção. O próprio empreendimento improvisou, utilizando-se de um velho barracão industrial como ponto de partida, que em nada tinha a ver com a obra atual. Merecia, portanto, um olhar mais atento. Improviso que se estendeu pela falta de laudos técnicos necessários por longa data. Cumpra-se, então, a decisão judicial.
Por aqui se improvisam estádios, pela ausência do poder público na hora certa. Correr contra o tempo virou regra e não mais exceção. Ainda no segmento esportivo, para citar mais um, a equipe de basquete pode ter que custear dos próprios cofres as reformas no vestiário do Vô Lucato, que é bem público. E aeronaves são obrigadas a pedir permissão para pouso de emergência, em aeródromo que nem mais existe. Isso para não falar que uma praça com museu e biblioteca virou terminal do transporte público municipal e feira de quinquilharias. O museu está fechado e a biblioteca em prédio alugado e mal acomodado. E o terminal? Em obra eterna e sabe-se lá quando ficará pronto. Blota Jr. grande apresentador dos palcos televisivos, há décadas dizia na TV Record dos bons tempos, que "Esta noite se improvisa". Deve ter se inspirado em Limeira.
As lições de sempre: ódio e intolerância!
Há exatos dez anos o Planeta assistia, estarrecido, ao símbolo do capitalismo norte-americano ruir em explosões, fogo, cinza e poeira. O World Trade Center - as torres gêmeas, como eram mais conhecidos os dois prédios - virava alvo de ativistas da Al Qaeda, em ataques simultâneos de aviões comerciais tomados em sequestro em pleno vôo. Mais que o ato em si e suas vítimas (quase três mil mortos), que desmontaram fortaleza inexpugnável dos EUA, as ações capitaneadas por Osama Bin Laden refletiram o ódio fomentado por radicais, tanto do lado ocidental como do árabe, que escorados pela Bíblia e pelo Corão, culminava com a morte de muitos inocentes. Como inocentes também foram todas as vítimas das Cruzadas Cristãs e outras tentativas de dominação dos povos via crença religiosa - jesuítas contra os índios também - e diferenças culturas não aceitas. Outras vítimas viriam a seguir, com a invasão do Iraque e incursões contra países muçulmanos, assim como ataques a países europeus, que tinham tropas entre os aliados do presidente George W. Bush. A matança ideológica, religiosa e cultural ainda não acabou!
Aceitar diferenças
Mais que uma lembrança trágica, as imagens do 11 de setembro de 2001 precisam ser entendidas e assimiladas como um recado claro à autodeterminação dos povos. A ninguém, em nome da fé ou dessas diferenças culturais, é dado o direito de interferir no destino de nações soberanas. Muito menos na vontade de seus povos. Colonizar um povo é um ato de subjugação. É a imposição da força sobre o direito à escolha.
Coincidências à...
...parte - ou semelhanças - a chamada Primavera Árabe, é um bom exemplo da não interferência. Povos cansados de exploração e de tirania não precisam abdicar de suas tradições culturais ou religiosas para provocar mudanças. Egito, Líbia, Iemen, entre outros países do mundo árabe estão em processo de libertação, o que não signfica liberdade. Podem precisar de ajuda humanitária, mas resolverão sozinhos suas mazelas!
De novo outra vez
O juiz da Vara da Fazenda Pública, Adilson Araki Ribeiro determinou, na quinta-feira, a lacração do Shopping Pátio. O AVCB ainda não saiu e não tem como sair antes das finalizações das obras, que à mostra, parece não contemplarem as necessidades exigidas. Houve, ao que tudo indica, apenas ajustes, o que acabou implicando essa nova ordem judicial. A Justiça cumpriu o seu dever, mesmo que doloroso para os lojistas e para nós frequentadores do local. Ninguém é louco o bastante de ficar feliz com tal medida, mas a segurança é um direito inalienável do ser humano.
A quem de direito
A Justiça não está feliz com isso. O Ministério Público e nós, que divulgamos as informações, também não! É preciso que lojistas, trabalhadores e frequentadores não partam com paus e pedras contra quem está cumprindo seu dever. Se há cobranças e questionamentos a serem feitos, esses devem ser endereçados aos empreendedores do Shopping Pátio. São eles os responsáveis por todas essas ações. É provável, até, que neste momento, o Tribunal de Justiça já tenha liberado, novamente, a área. Porém não isenta os proprietários do shopping de explicações públicas a respeito dos fatos. Que, diga-se, ainda não deram. Desde o acidente até a primeira interdição. Aquela entrevista coletiva, tão cobrada quanto necessária, ainda não aconteceu!
Irritação e angústia
Acompanhei, na noite de quinta-feira, pelas redes sociais na internet, os desabafos de lojistas e funcionários das empresas lá instaladas. Que têm razão, sim, pelas perdas e prejuízos que terão. Faltou discernimento, entretanto, nas críticas à Justiça e imprensa.
Constatação real!
Estamos tendo um domingo digno de um 11 de setembro.
Pergunta rápida
Por que não fazer a coisa certa desde o início?
Asilo pede socorro
A Associação Beneficente de Amparo ao Idoso - Lar Fraterno Casa da Vovó, que teve parte de seu imóvel destruído por um incêndio nesta semana, está solicitando ajuda da comunidade para sua reconstrução, com doação de materiais e mão de obra voluntária. Mais informações com Lenita, pelos fones 3713-3240 e 97441126. Também há uma conta corrente no Banco do Brasil para depósitos. A agência é 0216-X e a conta 56.121-5.
Se você quer ler
Depois de Tia Zulmira e Eu, Primo Altamirando e elas, Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, encerra sua trilogia como Rosamundo e os outros. Segundo o próprio autor, o último dos personagens ilustres da família Ponte Preta. E é justamente o livro que recomendo hoje, que tem no distraído Rosamundo o seu enredo. Tão distraído, que chega a ter crises de ausência, porém não menos sagaz. E Stanislaw Ponte Preta recomenda para ninguém ficar irritado com o "coitado do Rosamundo". Um crítica cáustica e ao mesmo tempo sutil da sociedade. Vale a leitura. Muito humor e uma dose picante e crítica ao cotidiano.
Eu Recomendo!
O melhor filme sobre o 11 de setembro não é, a bem da verdade, um filme de ação com estrelas hollywoodianas. Trata-se de um documentário, cujo diretor também atua como personagem central. Estou falando de Fahrenheit 11 de Setembro (Fahrenheit 9/11, EUA-2004). Dirigido por Michael Moore, ele é também o protagonista, que investiga como os EUA se tornaram alvo de terroristas, a partir dos eventos ocorridos no atentado de 11 de setembro de 2001. Moore traça um paralelo entre as duas gerações da família Bush que já comandaram o país. E, também, as relações do então presidente americano, George W. Bush, e Osama Bin Laden. 116 minutos e muitos prêmios conquistados. Boa pedida para a data de hoje.
Frase da semana
“Banho é questão de luxo". Sandro Bittencourt , 43, designer gráfico, sobre o racionamento de água em Blumenau, SC, devido às chuvas. Sexta-feira, 9, no UOL-Notícias, Cotidiano.
Aceitar diferenças
Mais que uma lembrança trágica, as imagens do 11 de setembro de 2001 precisam ser entendidas e assimiladas como um recado claro à autodeterminação dos povos. A ninguém, em nome da fé ou dessas diferenças culturais, é dado o direito de interferir no destino de nações soberanas. Muito menos na vontade de seus povos. Colonizar um povo é um ato de subjugação. É a imposição da força sobre o direito à escolha.
Coincidências à...
...parte - ou semelhanças - a chamada Primavera Árabe, é um bom exemplo da não interferência. Povos cansados de exploração e de tirania não precisam abdicar de suas tradições culturais ou religiosas para provocar mudanças. Egito, Líbia, Iemen, entre outros países do mundo árabe estão em processo de libertação, o que não signfica liberdade. Podem precisar de ajuda humanitária, mas resolverão sozinhos suas mazelas!
De novo outra vez
O juiz da Vara da Fazenda Pública, Adilson Araki Ribeiro determinou, na quinta-feira, a lacração do Shopping Pátio. O AVCB ainda não saiu e não tem como sair antes das finalizações das obras, que à mostra, parece não contemplarem as necessidades exigidas. Houve, ao que tudo indica, apenas ajustes, o que acabou implicando essa nova ordem judicial. A Justiça cumpriu o seu dever, mesmo que doloroso para os lojistas e para nós frequentadores do local. Ninguém é louco o bastante de ficar feliz com tal medida, mas a segurança é um direito inalienável do ser humano.
A quem de direito
A Justiça não está feliz com isso. O Ministério Público e nós, que divulgamos as informações, também não! É preciso que lojistas, trabalhadores e frequentadores não partam com paus e pedras contra quem está cumprindo seu dever. Se há cobranças e questionamentos a serem feitos, esses devem ser endereçados aos empreendedores do Shopping Pátio. São eles os responsáveis por todas essas ações. É provável, até, que neste momento, o Tribunal de Justiça já tenha liberado, novamente, a área. Porém não isenta os proprietários do shopping de explicações públicas a respeito dos fatos. Que, diga-se, ainda não deram. Desde o acidente até a primeira interdição. Aquela entrevista coletiva, tão cobrada quanto necessária, ainda não aconteceu!
Irritação e angústia
Acompanhei, na noite de quinta-feira, pelas redes sociais na internet, os desabafos de lojistas e funcionários das empresas lá instaladas. Que têm razão, sim, pelas perdas e prejuízos que terão. Faltou discernimento, entretanto, nas críticas à Justiça e imprensa.
Constatação real!
Estamos tendo um domingo digno de um 11 de setembro.
Pergunta rápida
Por que não fazer a coisa certa desde o início?
Asilo pede socorro
A Associação Beneficente de Amparo ao Idoso - Lar Fraterno Casa da Vovó, que teve parte de seu imóvel destruído por um incêndio nesta semana, está solicitando ajuda da comunidade para sua reconstrução, com doação de materiais e mão de obra voluntária. Mais informações com Lenita, pelos fones 3713-3240 e 97441126. Também há uma conta corrente no Banco do Brasil para depósitos. A agência é 0216-X e a conta 56.121-5.
Se você quer ler
Depois de Tia Zulmira e Eu, Primo Altamirando e elas, Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, encerra sua trilogia como Rosamundo e os outros. Segundo o próprio autor, o último dos personagens ilustres da família Ponte Preta. E é justamente o livro que recomendo hoje, que tem no distraído Rosamundo o seu enredo. Tão distraído, que chega a ter crises de ausência, porém não menos sagaz. E Stanislaw Ponte Preta recomenda para ninguém ficar irritado com o "coitado do Rosamundo". Um crítica cáustica e ao mesmo tempo sutil da sociedade. Vale a leitura. Muito humor e uma dose picante e crítica ao cotidiano.
Eu Recomendo!
O melhor filme sobre o 11 de setembro não é, a bem da verdade, um filme de ação com estrelas hollywoodianas. Trata-se de um documentário, cujo diretor também atua como personagem central. Estou falando de Fahrenheit 11 de Setembro (Fahrenheit 9/11, EUA-2004). Dirigido por Michael Moore, ele é também o protagonista, que investiga como os EUA se tornaram alvo de terroristas, a partir dos eventos ocorridos no atentado de 11 de setembro de 2001. Moore traça um paralelo entre as duas gerações da família Bush que já comandaram o país. E, também, as relações do então presidente americano, George W. Bush, e Osama Bin Laden. 116 minutos e muitos prêmios conquistados. Boa pedida para a data de hoje.
Frase da semana
“Banho é questão de luxo". Sandro Bittencourt , 43, designer gráfico, sobre o racionamento de água em Blumenau, SC, devido às chuvas. Sexta-feira, 9, no UOL-Notícias, Cotidiano.
A história do copo! Meio cheio ou meio vazio?
Apesar de não ser novidade para ninguém - e nem ser exclusividade de Limeira - quando tornados públicos, esses números assustam. E causam espanto pela sua crueza. São, entretanto, irrefutáveis e merecem amplo debate. Estou falando da manchete do domingo desta Gazeta, que trouxe a baixa (baixíssima, diga-se) procura dos cursos das duas unidades da Unicamp em Limeira, por limreirenses. Pelos dados atuais, apresentados na matéria das jornalistas Érica Samara da Silva e Kelly Camargo, tanto a Faculdade de Tecnologia (FT), quanto a Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), apresentam números parecidos. Porcentuais mínimos, que não chegam aos dois dígitos. A FT, para explicar, é o antigo Ceset e a FCA, o recém-criado câmpus II da Universidade Estadual de Campinas no município.
Se comparados a números lá de trás, da década de 1980, há uma certa semelhança, embora àquela época essa participação fosse menor ainda. Mínima para ser mais exato. Faço aqui uma menção à antiga Faculdade de Engenharia de Limeira (FEL-Unicamp), que deixou a cidade entre 1984 e 1985, quando os universitários, amparados pela direção da unidade, à época, conseguiram reintegrar o curso a Campinas, justamente porque o número de estudantes locais matriculados beirava à inexpressividade: de 400, apenas 4. Se não me falha a memória. Argumento forte daqueles que lutavam para levar daqui a Engenharia.
Ao discutir o assunto com minha esposa, que é formada em universidade pública - Unicamp, por coincidência - ela acredita que faltou uma pesquisa de mercado para avaliar as necessidades e os desejos dos próprios limeirenses, o que poderia impulsionar maior participação local no vestibular, antes da instalação dos cursos atuais. Muitos tratam também do mito Unicamp e do meio de seleção dos futuros universitários, como empecilho ao maior acesso. Os próprios coordenadores e diretores, tanto da FT como FCA, descartam esse tipo de raciocínio. Acredito que, assim como os outros motivos, não deva ser desconsiderado de todo.
Antes de afirmar que são tristes retratos de pouca valorização do santo da casa, vou lembrar um aparte de minha filha, que estuda em São Carlos, também em universidade pública, quando afirma que lá acontece o mesmo fenômeno. Para ela, a explicação é a necessidade de os jovens enfrentarem os desafios longe de casa, como primeiro passo do corte definitivo do cordão umbilical. Pode ser mais um palpite a ampliar o debate. Acredito que todas as razões apresentadas aqui são possíveis de validação e, de certa forma, contribuam para a fixação desses números. Nesse contexto, está ficando de fora um argumento interessante, que é o da movimentação econômica, cultural e social, que essa massa estudantil vinda de fora pode proporcionar ao município. E os daqui, lá fora também! Um círculo virtuoso, que faz girar a engrenagem do desenvolvimento. Não seria melhor pensar dessa forma em vez de cultivar certo bairrismo provinciano? A se pensar!
Se comparados a números lá de trás, da década de 1980, há uma certa semelhança, embora àquela época essa participação fosse menor ainda. Mínima para ser mais exato. Faço aqui uma menção à antiga Faculdade de Engenharia de Limeira (FEL-Unicamp), que deixou a cidade entre 1984 e 1985, quando os universitários, amparados pela direção da unidade, à época, conseguiram reintegrar o curso a Campinas, justamente porque o número de estudantes locais matriculados beirava à inexpressividade: de 400, apenas 4. Se não me falha a memória. Argumento forte daqueles que lutavam para levar daqui a Engenharia.
Ao discutir o assunto com minha esposa, que é formada em universidade pública - Unicamp, por coincidência - ela acredita que faltou uma pesquisa de mercado para avaliar as necessidades e os desejos dos próprios limeirenses, o que poderia impulsionar maior participação local no vestibular, antes da instalação dos cursos atuais. Muitos tratam também do mito Unicamp e do meio de seleção dos futuros universitários, como empecilho ao maior acesso. Os próprios coordenadores e diretores, tanto da FT como FCA, descartam esse tipo de raciocínio. Acredito que, assim como os outros motivos, não deva ser desconsiderado de todo.
Antes de afirmar que são tristes retratos de pouca valorização do santo da casa, vou lembrar um aparte de minha filha, que estuda em São Carlos, também em universidade pública, quando afirma que lá acontece o mesmo fenômeno. Para ela, a explicação é a necessidade de os jovens enfrentarem os desafios longe de casa, como primeiro passo do corte definitivo do cordão umbilical. Pode ser mais um palpite a ampliar o debate. Acredito que todas as razões apresentadas aqui são possíveis de validação e, de certa forma, contribuam para a fixação desses números. Nesse contexto, está ficando de fora um argumento interessante, que é o da movimentação econômica, cultural e social, que essa massa estudantil vinda de fora pode proporcionar ao município. E os daqui, lá fora também! Um círculo virtuoso, que faz girar a engrenagem do desenvolvimento. Não seria melhor pensar dessa forma em vez de cultivar certo bairrismo provinciano? A se pensar!
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Discurso vazio
Desde que as primeiras reclamações sobre a falta de vagas em creches vieram à tona, o secretário Antonio Montesano Neto bate na mesma tecla. Até com a turma do CQC, da TV Bandeirantes, foi a mesma ladaínha. O problema, no entanto, persiste. Agora ele assume publicamente um TAC para resolver o problema. Meu palpite: 2012 vem aí. Findo o mandato de Félix - e de Montesano por tabela - a falta de vagas em creches ainda não terá sido resolvida. Aposta sem medo de zebras!
Foi merecido!!
Hora de mandar um grande abraço à psicóloga e colunista desta Gazeta, Maria Rita Lemos, pelo título de Cidadã Limeirense, que recebeu na última segunda-feira, na Câmara Municipal. Maria Rita merece, com orgulho, ser tratada como verdadeira "cidadã limeirense".
Uma ducha fria
Apesar da autopromoção visível de alguns mais afoitos, que querem fazer propaganda antes do tempo, a corrida às candidaturas deu uma arrefecida. Os apressados parecem ter entendido os recados da Justiça Eleitoral e tiraram o pé do acelerador. Tem tempo para tudo, meus caros senhores e senhoras.
Técnica errada
Há um grupo de pessoas, cujo interesse é puramente pessoal e não coletivo, tentando fazer de Limeira uma verdadeira central de boatos. Se não querem apresentar a verdade, pelo menos que não criem mentiras apenas para manter um "status quo", que perderam há muito tempo.
Português claro
A palavra de hoje lembra clima novelesco. Estou falando de vilania, um substantivo feminino, segundo o novo dicionário Houaiss da língua portuguesa. Vilania significa: atributo ou caráter do que é vil ou vilão; vilanagem, vileza; afronta que se dirige a alguém; ofensa, ultraje; ato indigno; baixeza, vileza; extrema falta de magnanimidade; avareza, mesquinhez. Alguém tem algo a acrescentar?
A última de hoje
Acabou agosto. Para muitos, mês de desgoto. Para outros tantos do "cachorro louco". É, entretanto, o mês dos ventos fortes e de clima seco. Finalmente chegou setembro. E com ele que venham a primavera e as flores. E que sejam bem-vindas. Não sou supersticioso, mas.... ufa, enfim acabou agosto. Agora só em 2012!
Desde que as primeiras reclamações sobre a falta de vagas em creches vieram à tona, o secretário Antonio Montesano Neto bate na mesma tecla. Até com a turma do CQC, da TV Bandeirantes, foi a mesma ladaínha. O problema, no entanto, persiste. Agora ele assume publicamente um TAC para resolver o problema. Meu palpite: 2012 vem aí. Findo o mandato de Félix - e de Montesano por tabela - a falta de vagas em creches ainda não terá sido resolvida. Aposta sem medo de zebras!
Foi merecido!!
Hora de mandar um grande abraço à psicóloga e colunista desta Gazeta, Maria Rita Lemos, pelo título de Cidadã Limeirense, que recebeu na última segunda-feira, na Câmara Municipal. Maria Rita merece, com orgulho, ser tratada como verdadeira "cidadã limeirense".
Uma ducha fria
Apesar da autopromoção visível de alguns mais afoitos, que querem fazer propaganda antes do tempo, a corrida às candidaturas deu uma arrefecida. Os apressados parecem ter entendido os recados da Justiça Eleitoral e tiraram o pé do acelerador. Tem tempo para tudo, meus caros senhores e senhoras.
Técnica errada
Há um grupo de pessoas, cujo interesse é puramente pessoal e não coletivo, tentando fazer de Limeira uma verdadeira central de boatos. Se não querem apresentar a verdade, pelo menos que não criem mentiras apenas para manter um "status quo", que perderam há muito tempo.
Português claro
A palavra de hoje lembra clima novelesco. Estou falando de vilania, um substantivo feminino, segundo o novo dicionário Houaiss da língua portuguesa. Vilania significa: atributo ou caráter do que é vil ou vilão; vilanagem, vileza; afronta que se dirige a alguém; ofensa, ultraje; ato indigno; baixeza, vileza; extrema falta de magnanimidade; avareza, mesquinhez. Alguém tem algo a acrescentar?
A última de hoje
Acabou agosto. Para muitos, mês de desgoto. Para outros tantos do "cachorro louco". É, entretanto, o mês dos ventos fortes e de clima seco. Finalmente chegou setembro. E com ele que venham a primavera e as flores. E que sejam bem-vindas. Não sou supersticioso, mas.... ufa, enfim acabou agosto. Agora só em 2012!
Será que temos o que comemorar?
Ontem foi comemorado - não sei se seria bem esse o termo - o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Mais que uma simples data, dessas que nosso calendário aponta e muitos não sabem nem o que significa, o dia 29 de agosto enseja uma reflexão muito séria, que deve ter como objetivo único um debate sobre a saúde pública. Sim, o cigarro é uma questão de saúde pública, pois mesmo sem as consequências devastadoras do alcoolismo, que desagrega famílias, o fumo está diretamente ligado a problemas do aparelho respiratório, doenças do coração, do cérebro e também do trato digestivo. É, segundo dados estatísticos, um dos males que mais causam mortes no Brasil e no mundo. A estimativa, que tem como fontes o Ministério da Saúde e o Inca (Instituto Nacional do Câncer) é de cerca de 200 mil óbitos anuais apenas por aqui, o que exige uma tomada de consciência ainda rápida. O charme das baforadas sociais há muito está fora de moda. Ou já deveria estar!
E sem pensar no “politicamente correto” como força de expressão, é preciso lembrar que a legislação do controle da propaganda e do consumo do tabaco, está cada vez mais rigorosa e restritiva. A proibição do fumo em lugares fechados, legislação paulista das mais acertadas e a restrição de horários para propagandas de cigarro, que não mostram mais o “mundo de Marlboro” e nem “com Hollywood ao sucesso” é a contribuição do poder público, que neste caso está sendo muito bem feita. Se às vezes o inoportuno extrapola o bom senso e se transforma em falta de respeito com o não fumante, é preciso lembrar que há muita gente querendo - e tentando - deixar o vício, que é um dos mais difícies de serem abandonados, facilmente constatados naquele consumidor que chega ao bar ou à tabacaria e escolhe o maço de cigarros, cuja figura - agora obrigatória - no verso da embalagem é a menos chocante. Já presenciei esse tipo de atitude, que apenas reduz o sentimento de culpa.
Cabe, agora, à consciência de cada um, fumante ou não, reconhecer a necessidade e a urgência de mais e mais campanhas de combate ao tabagismo. Às vezes, apenas a simples intervenção legal não é suficiente para mostrar e reduzir os malefícios de tão terrível epidemia. É preciso chamar à razão todos os envolvidos nesse processo e fazer perceber que o poço é quase sem fundo. E deve ser logo tapado. Se eliminar definitivamente o cigarro do cotidiano de todos nós, o que é praticamente impossível, a redução no número de fumantes é uma meta viável. As próprias campanhas aqui já citadas conseguiram bons resultados. Não baixar a guarda para riscos advindos do fumo é fundamental. Mais que pensar de forma simplista, que tudo isso é egoísmo de não fumante, a prioridade é a reversão ainda maior desse quadro de dependência química e de mortes. A prevenção, também neste caso, começa com um sonoro não ao lobby da indústria tabagista.
E sem pensar no “politicamente correto” como força de expressão, é preciso lembrar que a legislação do controle da propaganda e do consumo do tabaco, está cada vez mais rigorosa e restritiva. A proibição do fumo em lugares fechados, legislação paulista das mais acertadas e a restrição de horários para propagandas de cigarro, que não mostram mais o “mundo de Marlboro” e nem “com Hollywood ao sucesso” é a contribuição do poder público, que neste caso está sendo muito bem feita. Se às vezes o inoportuno extrapola o bom senso e se transforma em falta de respeito com o não fumante, é preciso lembrar que há muita gente querendo - e tentando - deixar o vício, que é um dos mais difícies de serem abandonados, facilmente constatados naquele consumidor que chega ao bar ou à tabacaria e escolhe o maço de cigarros, cuja figura - agora obrigatória - no verso da embalagem é a menos chocante. Já presenciei esse tipo de atitude, que apenas reduz o sentimento de culpa.
Cabe, agora, à consciência de cada um, fumante ou não, reconhecer a necessidade e a urgência de mais e mais campanhas de combate ao tabagismo. Às vezes, apenas a simples intervenção legal não é suficiente para mostrar e reduzir os malefícios de tão terrível epidemia. É preciso chamar à razão todos os envolvidos nesse processo e fazer perceber que o poço é quase sem fundo. E deve ser logo tapado. Se eliminar definitivamente o cigarro do cotidiano de todos nós, o que é praticamente impossível, a redução no número de fumantes é uma meta viável. As próprias campanhas aqui já citadas conseguiram bons resultados. Não baixar a guarda para riscos advindos do fumo é fundamental. Mais que pensar de forma simplista, que tudo isso é egoísmo de não fumante, a prioridade é a reversão ainda maior desse quadro de dependência química e de mortes. A prevenção, também neste caso, começa com um sonoro não ao lobby da indústria tabagista.
As perdas que Limeira sofre. Outra vez!
O Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) agoniza em Limeira e está deixando de fazer a captação de vagas para atender a empresas e trabalhadores. Está apenas atuando burocraticamente na questão do seguro-desemprego e carteira profissional. Mais uma “bomba” que explode em Limeira, sem que qualquer ação seja tomada efetivamente. E que exige a atuação de líderes políticos, que Limeira infelizmente não tem. Há muito tempo. Vai-se a Farmácia Popular. O PAT nessa situação e, agora, como esta Gazeta já havia antecipado, a Gerência Regional do Trabalho em Piracicaba confirmou, na quinta-feira o fim dos serviços dos auditores fiscais do Ministério do Trabalho em Limeira. Homologações e orientações trabalhistas agora, só em Piracicaba. Está tudinho detalhado na edição da última sexta-feira da Gazeta. Isso para citar órgãos federais. Quanto ao Estado, bem, o Estado é uma outra história e estão aí o AME, o ARE para garantir mais desilusão aos limeirenses. Isso sem contar o posto do Poupatempo, que sabe-se lá quando vai chegar por aqui. Estamos órfãos de líderes. Abandonados!
Acabou-se o que...
...era doce! O que impressiona é que de tempos em tempos o município se vê envolvido em alguma notícia, que só é notícia justamente pela ausência de lideranças e inoperância das arcaicas e antigas “forças vivas”, que simplesmente morreram na cidade. Não se vê mais mobilização. E as que ameaçam o conforto dos políticos de carteirinha são logo rechaçadas. Tratadas com desrespeito. A questão do aeródromo é uma delas!
Um faz de contas
O grande dilema, que vivemos por aqui, é esse “Conto da Carochinha” nada infantil. Uma fantasia melhor estilo “senhor Roarke e Tattoo”. Lembram-se da série “A Ilha da Fantasia”, estrelada por Ricardo Montalbán e Hervé Villechaize? Pois bem, tenta se fazer acreditar que tudo está sob controle, enquanto a realidade passa ao lado, levando muita coisa que encontra pela frente. Que ninguém demore demais para acordar...
E está decidido!
Para vencer as eleições presidenciais em 2014, o PSDB quer ser o PT. O senador mineiro Aécio Neves costura uma ala sindical para o partido, com as bênçãos do governador Anastasia. Quer CUT e CGT, entre outras centrais sindicais com filiados no partido. Tenta se aproximar do “povão”, como diz FHC. E Alckmin a tiracolo!
É preciso corrigir
O problema dos tucanos é outro. Chama-se arrogância. Principalmente no trato com as chamadas camadas populares. E foi o próprio FHC quem definiu esse estrato social como “gente carente e desinformada”. Num artigo escrito por ele próprio no início deste ano. Agora eles querem amealhar esses “carentes desinformados”.
Iniciativa válida
No próximo dia 31, às 19h, no Plenário da Câmara Municipal de Limeira haverá uma palestra sobre “Dependência química e suas consequências físicas, psíquicas e sociais”, com Liane de Jesus Teixeira Castrillon. Uma inciativa louvável da vereadora Nilce Segalla (PTB), autora do Dia do Combate ao crack em Limeira.
Data importante
A Associação Integrada de Deficientes e Amigos (AINDA) vai comemorar seus 15 anos de fundação no próximo dia 2 de setembro. O evento acontece às 14h, na Rua Boulevard La Loi, 90, Centreville.
Ficamos assim
Devo. Não nego! Pagarei quando puder... ou quando ganhar uma anistia fiscal qualquer, que me livre e guarde de juros e multas. Amém!
Pergunta rápida
Com quantos paus se faz uma canoa?
Se você quer ler
Vou indicar hoje um livro sobre empreendedorismo. Trata-se de O Segredo de Luíza, de Fernando Dolabela. O livro trata de como nascem os empreendedores e se cria uma empresa. É da Editora Sextante e deve ser uma obra sempre à mão daqueles que pretendem se aventurar e fazer sucesso como realizadores. E que têm disposição e capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços ou negócios, conforme está no dicionário o signficado da palavra empreendedorismo. Leitura interessante para esse tipo de atitude.
Eu Recomendo!
Este filme que vou indicar hoje praticamente iniciou a série Aeroporto, ou melhor foi seu precursor. Estou falando de Vôo 502 em Perigo (Skyjacked – EUA, 1972). Dirigido por John Guillermin, traz no elenco pesos pesados como Charlton Heston, Yvette Mimieux, James Brolin, Claude Akins, Mariette Hartley, Walter Pidgeon, entre outros. O enredo se passa num vôo de Los Angeles para Minneapolis. A tensão toma conta de todos, quando uma jovem vê no espelho do banheiro uma mensagem escrita com batom, dizendo que se a aeronave não mudasse seu plano de voo seria explodida. O comandante do voo tenta lidar com isto da melhor maneira, pois quer evitar que alguém seja ferido. Ficção, 101 minutos.
Frase da semana
“Eu não sou flor que se cheire”. De Jânio da Silva Quadros (falecido) à extinta revista Pauta, de setembro de 1982, durante entrevista a este jornalista. No último dia 25 completaram-se 50 anos de sua renúncia à Presidência da República.
Acabou-se o que...
...era doce! O que impressiona é que de tempos em tempos o município se vê envolvido em alguma notícia, que só é notícia justamente pela ausência de lideranças e inoperância das arcaicas e antigas “forças vivas”, que simplesmente morreram na cidade. Não se vê mais mobilização. E as que ameaçam o conforto dos políticos de carteirinha são logo rechaçadas. Tratadas com desrespeito. A questão do aeródromo é uma delas!
Um faz de contas
O grande dilema, que vivemos por aqui, é esse “Conto da Carochinha” nada infantil. Uma fantasia melhor estilo “senhor Roarke e Tattoo”. Lembram-se da série “A Ilha da Fantasia”, estrelada por Ricardo Montalbán e Hervé Villechaize? Pois bem, tenta se fazer acreditar que tudo está sob controle, enquanto a realidade passa ao lado, levando muita coisa que encontra pela frente. Que ninguém demore demais para acordar...
E está decidido!
Para vencer as eleições presidenciais em 2014, o PSDB quer ser o PT. O senador mineiro Aécio Neves costura uma ala sindical para o partido, com as bênçãos do governador Anastasia. Quer CUT e CGT, entre outras centrais sindicais com filiados no partido. Tenta se aproximar do “povão”, como diz FHC. E Alckmin a tiracolo!
É preciso corrigir
O problema dos tucanos é outro. Chama-se arrogância. Principalmente no trato com as chamadas camadas populares. E foi o próprio FHC quem definiu esse estrato social como “gente carente e desinformada”. Num artigo escrito por ele próprio no início deste ano. Agora eles querem amealhar esses “carentes desinformados”.
Iniciativa válida
No próximo dia 31, às 19h, no Plenário da Câmara Municipal de Limeira haverá uma palestra sobre “Dependência química e suas consequências físicas, psíquicas e sociais”, com Liane de Jesus Teixeira Castrillon. Uma inciativa louvável da vereadora Nilce Segalla (PTB), autora do Dia do Combate ao crack em Limeira.
Data importante
A Associação Integrada de Deficientes e Amigos (AINDA) vai comemorar seus 15 anos de fundação no próximo dia 2 de setembro. O evento acontece às 14h, na Rua Boulevard La Loi, 90, Centreville.
Ficamos assim
Devo. Não nego! Pagarei quando puder... ou quando ganhar uma anistia fiscal qualquer, que me livre e guarde de juros e multas. Amém!
Pergunta rápida
Com quantos paus se faz uma canoa?
Se você quer ler
Vou indicar hoje um livro sobre empreendedorismo. Trata-se de O Segredo de Luíza, de Fernando Dolabela. O livro trata de como nascem os empreendedores e se cria uma empresa. É da Editora Sextante e deve ser uma obra sempre à mão daqueles que pretendem se aventurar e fazer sucesso como realizadores. E que têm disposição e capacidade de idealizar, coordenar e realizar projetos, serviços ou negócios, conforme está no dicionário o signficado da palavra empreendedorismo. Leitura interessante para esse tipo de atitude.
Eu Recomendo!
Este filme que vou indicar hoje praticamente iniciou a série Aeroporto, ou melhor foi seu precursor. Estou falando de Vôo 502 em Perigo (Skyjacked – EUA, 1972). Dirigido por John Guillermin, traz no elenco pesos pesados como Charlton Heston, Yvette Mimieux, James Brolin, Claude Akins, Mariette Hartley, Walter Pidgeon, entre outros. O enredo se passa num vôo de Los Angeles para Minneapolis. A tensão toma conta de todos, quando uma jovem vê no espelho do banheiro uma mensagem escrita com batom, dizendo que se a aeronave não mudasse seu plano de voo seria explodida. O comandante do voo tenta lidar com isto da melhor maneira, pois quer evitar que alguém seja ferido. Ficção, 101 minutos.
Frase da semana
“Eu não sou flor que se cheire”. De Jânio da Silva Quadros (falecido) à extinta revista Pauta, de setembro de 1982, durante entrevista a este jornalista. No último dia 25 completaram-se 50 anos de sua renúncia à Presidência da República.
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