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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Intolerância 100%
Passadas quase duas semanas da eleição presidencial, a intolerância e o ódio não arrefeceram entre as duas partes litigantes. Os protagonistas fazem política, mas os personagens secundários é que contribuem para isso. E as redes sociais são a maior prova disso. É preciso desarmar os espíritos, e um respeitar o direito do outro.

Ninguém é do...
...bem. Muito menos do mal, como propagam os mais exaltados. São dois lados que fizeram suas escolhas. Cada um com sua responsabilidade. Isso se chama livre arbítrio.

Ainda falta algo
Seria cômico. Mas é trágico. São justamente os que disseminam esse ódio pela internet, hoje, e se valem da liberdade de expressão, os mesmos que ontem exerciam e aplaudiam a censura. Viúvas e órfãos da ditadura militar, que não aprenderam com o exemplo da história.

Um novo começo
E não demorou muito, não. Na edição do último domingo fiz um balanço no pós-eleitoral sobre os desafios do prefeito Paulo Hadich (PSB) e sua base. E agora, a confirmação. Vereadores, entre eles alguns pesos-pesados da situação, começam a cobrar algumas faturas. Como mostra claramente a matéria da jornalista Erica Samara da Silva, sobre as cobranças ao Executivo. E foi rápido.

Era de esperar
A lua de mel entre Hadich e sua base está, hoje, mais para divórcio. E vou chutar na direção do gol: a postura do atual presidente da Câmara, o petista Ronei Martins, deve ser diametralmente oposta nos dois últimos anos da atual Legislatura. É quase gol.

A última de hoje
A oposição, com o Partido Republicano, assumiu o controle do Senado dos Estados Unidos nas eleições realizadas na última terça-feira. E manteve a maioria na Câmara de Representantes. Lá o voto não é obrigatório. Ninguém morreu por isso, e o mundo não acabou.

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