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quinta-feira, 17 de julho de 2014

Tragédia tardia
A Copa já acabou, mas os ecos do desastre da seleção brasileira continuam por todos os cantos. Ouve-se – e se escreve muito – também a ladainha da mudança de técnico. Todos concordam. Mas ainda vai faltar uma mudança estrutural e política dentro da própria CBF. Que despeje a cartolagem da mordomia e se torne profissional.

Incompetências
Entendo por mudança de estrutura não apenas a comissão técnica, mas a postura para dirigir o futebol brasileiro. O comando é arcaico e baseado na cooptação dos cartolas e dos clubes, que ainda não se profissionalizaram. É um toma-lá-dá-cá de fazer inveja a qualquer político brasileiro.

É muito saco e...
...pouco trigo. E a tendência é só piorar. Desde João Havelange, envolvido em falcatruas, passando por Ricardo Teixeira, idem. Agora por José Maria Marim, um vassalo da ditadura militar e, a partir de 2015 com Marco Polo Del Nero, que pertence ao mesmo saco por onde passou todo esse joio, não se vislumbra nenhuma transformação. Longe disso, beira a um continuísmo nojento e que empurra o futebol ladeira abaixo.

Questão política
E para não desvincular o futebol da política, são os políticos – raras exceções – que adubam esse chão imundo. Um exemplo clássico: Limeira, através da indicação de um vereador, pretende tornar Cidadão Limeirense o senhor Marco Polo Del Nero, fiel escudeiro de Marin e futuro presidente da CBF. Na Federação Paulista foi venerado, sem nenhum resultado.

Atitude coerente   
Se os vereadores forem coerentes com o momento e o sepultamento dessas ervas daninhas que se fazem necessários, que rejeitem a indicação. Cidadão é aquele que faz alguma coisa pelo Município, estando aqui ou não. O resto é perfumaria barata.

As vias pintadas
Depois de muita filosofia, vamos à prática. Está ficando muito boa a sinalização de solo que a prefeitura vem realizando nas ruas e bairros de Limeira. Ainda falta muito, mas é um começo. E todo começo, com continuidade, leva a resultados positivos.

A última de hoje

Os candidatos à Presidência da República começaram, nesta semana, a participar da sabatina UOL, Folha de S. Paulo, SBT e Jovem Pan. O primeiro, Eduardo Campos, foi incoerente. Não apoia Dilma, mas apoiaria Lula. O segundo, Aécio Neves, jogou com a plateia, dizendo que continuaria o que está sendo feito de bom, Bolsa Família e Mais Médicos. Hoje seria a vez de Dilma...

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