As boas notícias
Nada melhor começar o ano com notícias proveitosas e positivas. Apesar dos percalços políticos de 2011, a Prefeitura está anunciado mudanças no trânsito para o dia 9 e a transferência completa das linhas de ônibus do transporte coletivo urbano para o novo terminal. Que ambas as medidas alcancem os resultados esperados. E que de fato saiam da teoria à prática.
Caçando furacão
Se os ventos administrativos sopram favoráveis (e como sopram), a tempestade política está longe da bonança. Os horizontes devem continuar com nuvens negras e pesadas, fruto do descontrole e da ambição pelo poder. Em todos os sentidos. Nesse quesito, as notícias não são tão boas assim. Muitos raios e trovões.
Nota zero para...
...o setor de obras da Elektro. Na terça-feira interditaram a Avenida Araras na ponte da linha férrea, que dá acesso à CPKelco para implantação de novos cabos na rede. Nenhum aviso de interdição próximo. Quem fazia o percurso pela avenida, rumo ao Teixeira Marques, dava de cara com os cones e precisava retornar, buscando as alternativas para o acesso. O tráfego ficou confuso também no local das obras e ninguém sinalizava nada. Respeito ao cidadão também faz parte.
Estou corrigindo
Em meu artigo da terça-feira, "O ano do fim do mundo já começou. Pela 14ª vez....", fiz uma citação da coluna Ponto UM, de Roberto Lucato, referindo-me à publicada na quinta-feira, dia 29. Na verdade a referência correta é o artigo da sexta-feira, dia 30 (Os mistérios de 2012). Ai sim, meu texto ganha o sentido e a dimensão, que quis dar a ele. Então, quem erra deve corrigir. É o que estou fazendo agora.
Português claro
Já que é 2012, que conhecermos a palavra apocalipse? Segundo o novo dicionário Houaiss é um substantivo masculino. Apocalipse significa: qualquer dos antigos escritos judaicos ou cristãos, que contém revelações, em particular sobre o fim do mundo, e apresentadas, quase sempre, sob a forma de visões; obra ou discurso obscuro, escatológico, aterrorizante; revelação profética, relacionada a um cataclismo em que as forças do mal vencem as forças do bem; grande cataclismo; fim do mundo. Então, nos preparemos para 21 de dezembo de 2012....
A última de hoje
Quem tropeça, deve se levantar rápido e continuar camianhando. Sempre. E lembrar que as pedras no caminho depuram nossa caminhada e nos torna seres melhores ainda. É assim que devemos pautar nossa conduta. Fugir das responsabilidades é um ato de covardia explícita.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
O ano do fim do mundo já começou. Pela 14ª vez....
Não tem como fugir do assunto. Pode-se até tentar, mas fim de um ano e início de outro é sempre a mesma coisa. Mudam-se conceitos e até a forma de encarar o mistério daquilo que está por vir. Mas o que marca é a curiosidade sobre o que pensam e o que prevêem essas mentes brilhantes, que ousam se arriscar pelo obscuro mundo das advinhações. Sejam elas providas ou não de crenças, objetos materiais ou influência dos astros. Por que há nisso tudo um risco muito grande, que se vai muito mais pelo descrédito dos desacertos nas previsões, do que os acertos mais esperados. Enfim, é entrar na chuva para sair enxarcado.
Eles, os videntes, sejam os tarólogos, astrólogos, numerólogos, pais-de-santo, especialistas em runas ou cientistas - até Isaac Newton já tem uma previsão para o fim do mundo - acabam sempre nos cativando e eis que nos pegamos, de alguma forma, devorando suas mensagens. Num misto de desconfiança e aquele sorrisinho maroto, para checar lá na frente apenas os erros, que cometeram. Pouco vai nos importar se e como acertaram. Mesmo se tenham alcançado o índice de 100%.
De conteúdo muito bem trabalhado, o artigo da última sexta-feira (Os mistérios de 2012), da coluna Ponto Um, de Roberto Lucato, nos trouxe uma faceta interessante dessas previsões, que se repetem, repetem e são tão óbvias que nos tiram o ânimo no sentido de estarmos atentas a elas. Repetição por repetição, dá para prever como será o ano que se inicia, Principalmente quando percebemos nessas previsões, um certo receio em citar nomes, quando o destino indica mortes ou desastres. Questão de ética, dizem alguns advinhos, mas tenho a impressão que o chute é maior que o fato em si. É por onde se percebe a fragilidade do tema e vira senso comum.
Se a curiosidade de fato matou o gato, nunca ninguém descobriu. Mas que ela é maior que nosso senso de realidade, isso lá é. Por isso tirei algum tempo nessa entrada de ano novo para ler os mais conceituados advinhadores deste País. Se não frustrou por completo, caiu na mesmice de sempre. Com uma diferença. A maioria deles seguindo por um caminho de semelhanças e coincidências impressionante: crise Européia pelos próximos cinco anos; Dilma fortalecida e continuando sua limpeza ética; crises e turbulências políticas por aqui e lá fora também; alternância de momentos bons e ruins para a economia brasileira e, finalmente, as personalidades e seus futuros, muitas vezes incertos. Ai essas personalidades se tornam anônimas. Um direito ao resguardo, diria eu. Chute, diriam os mais céticos.
E uma garantida dada por todos eles: o mundo não acabará em 2012. Então que ninguém se preocupe com isso. E não tem que se preocupar mesmo. Até hoje foram descritas 13 previsões diferentes para o fim dos tempos (1033, 1524, 1666, 1734, 1736, 1881, 1886, 1943, 1994, 1999, 2003 e duas para 2011) . E outras que continuam para além de 2012. Portanto, nada de sair por ai, querendo viver este ano como se fosse o último. Pois não será. Mais uma vez!
Eles, os videntes, sejam os tarólogos, astrólogos, numerólogos, pais-de-santo, especialistas em runas ou cientistas - até Isaac Newton já tem uma previsão para o fim do mundo - acabam sempre nos cativando e eis que nos pegamos, de alguma forma, devorando suas mensagens. Num misto de desconfiança e aquele sorrisinho maroto, para checar lá na frente apenas os erros, que cometeram. Pouco vai nos importar se e como acertaram. Mesmo se tenham alcançado o índice de 100%.
De conteúdo muito bem trabalhado, o artigo da última sexta-feira (Os mistérios de 2012), da coluna Ponto Um, de Roberto Lucato, nos trouxe uma faceta interessante dessas previsões, que se repetem, repetem e são tão óbvias que nos tiram o ânimo no sentido de estarmos atentas a elas. Repetição por repetição, dá para prever como será o ano que se inicia, Principalmente quando percebemos nessas previsões, um certo receio em citar nomes, quando o destino indica mortes ou desastres. Questão de ética, dizem alguns advinhos, mas tenho a impressão que o chute é maior que o fato em si. É por onde se percebe a fragilidade do tema e vira senso comum.
Se a curiosidade de fato matou o gato, nunca ninguém descobriu. Mas que ela é maior que nosso senso de realidade, isso lá é. Por isso tirei algum tempo nessa entrada de ano novo para ler os mais conceituados advinhadores deste País. Se não frustrou por completo, caiu na mesmice de sempre. Com uma diferença. A maioria deles seguindo por um caminho de semelhanças e coincidências impressionante: crise Européia pelos próximos cinco anos; Dilma fortalecida e continuando sua limpeza ética; crises e turbulências políticas por aqui e lá fora também; alternância de momentos bons e ruins para a economia brasileira e, finalmente, as personalidades e seus futuros, muitas vezes incertos. Ai essas personalidades se tornam anônimas. Um direito ao resguardo, diria eu. Chute, diriam os mais céticos.
E uma garantida dada por todos eles: o mundo não acabará em 2012. Então que ninguém se preocupe com isso. E não tem que se preocupar mesmo. Até hoje foram descritas 13 previsões diferentes para o fim dos tempos (1033, 1524, 1666, 1734, 1736, 1881, 1886, 1943, 1994, 1999, 2003 e duas para 2011) . E outras que continuam para além de 2012. Portanto, nada de sair por ai, querendo viver este ano como se fosse o último. Pois não será. Mais uma vez!
Enfim, chegamos. E agora? Fazer acontecer
Domingo. Primeiro dia da semana e, coincidência ou não, primeiro dia do novo ano, que inicia hoje. Ou melhor, que já começou na primeira mexida do ponteiro após as 12 badaladas do relógio. Para quem esperava o fim do mundo e o bug do milênio - que nunca vieram - na passagem de 1999 para 2000, agora é aguardar o dia 21 de dezembro para ver o que vai dar. Crendices, superstições e exoterismos à parte, o simbolismo de todo ano que chega faz do ser humano a sua essência. Ou seja, ressalta sua própria humanidade. Um simbolismo que não morreu. E nunca vai morrer, queiram os céticos ou não, pois está alicerçado, sempre, na palavra esperança. Que segundo os entendindos, é a última que morre. Até agora nunca assisti ao sepultamento de nenhuma esperança, pois ela sempre se renova. Se não conscientemente, no inconsciente de cada um, vai estar lá. E são muitas, sob muitos aspectos e formas. É um fio tênue que separa a realidade do sonho e, por isso, está sempre presente em nossas vidas. Então resumo aqui meus votos de um ano novo cheio de esperança. Que cada um saiba transformar a sua em realidade.
Além dos ícones
Apesar da representatividade de uma data comercial, e dos signos que isso nos traz, é hora de desvetir a roupa branca e esquecer do estouro do champanhe, e dar início ao imaginário das promessas feitas e planos traçados. Mesmo que ao fim deste ano, tenhamos que fazê-los novamente. Todos. Como não somos máquimas programadas, está justamente nesse reciclar de projetos a grande graça da vida. Do "ser" humano.
E que banquete
Por sua própria característica, 2012 entra no rol daqueles anos adorados pelos esotéricos. É ano bissexto. E cá estamos, novamente, em mais um ano eleitoral. O que garante essa atipicidade. E no caso de Limeira, muita turbulência política à frente, devido aos acontecimentos que se desencadearam desde 24 de novembro último. Será um ano farto em previsões, e algumas não acontecerão. Outras sim. A prática assim nos ensina.
Já é ano velho...
Chegou, e agora não tem como voltar. 2012 irrompeu pela madrugada, já é dia claro e nada melhor que pensar dessa forma. Daqui a pouco é ano novo. De novo.
Previsão certa
Há alguns meses a Secretaria dos Transportes anunciou campanha educativa no trânsito, para motociclistas, motoristas e pedestres. Com folhetos, presença dos agentes (laranjinhas) e até multas para quem desrespeitasse faixas de pedestres. Para todos, inclusive os próprios pedestres. Em uma das colunas comentei que não sairia do papel. Mais uma vez. E aconteceu como eu previa. Os motoristas e motociclistas continuam no seu desrespeito habitual. E principalmente os pedestres insistem em se jogar à frente dos veículos, inclusive fora das faixas, quando o sinal não lhes é favorável. Deve ter sido a enésima campanha anunciada.
Ação sem rumo
Diga-se, também, que dos pontos negativos, do ano que passou, o setor de Trânsito foi o campeão no quesito. Só conversa e nada mais. Faltou comando. Ou vontade de agir mesmo. Isso por que não estou mais falando dos semáforos, para não ter crise de hipertensão. Nota: de 0 a 0, sem movimentação nessa escala.
Coincidências
Maioria das prefeituras anunciou que principais obras e suas conclusões estão previstas para este ano. Ou seja, Os administradores públicos municpais investiram, começaram obras, porém as levaram em banho-maria até a chegada de 2012, que coincidentemente, é ano eleitoral. Kassab, na capital paulista; Félix, em Limeira e Zuza, em Iracemápolis são três exemplos típicos. Em tempo: todos eles juram, com as mãos levantadas, que não tem nada a ver com o ano eleitoral. Tudo por conta de atrasos das empreiteiras, climas, etc., etc. e etc.... Como o papai noel só chega em dezembro, após as eleições, o jeito então é acreditar mesmo... No coelhinho da Páscoa. Desafio: muitas dessas obras não serão concluídas. Façam suas apostas.
Pergunta rápida
O que esperar para 2012?
Foi muito bom
Apesar dos percalços de novembro, acredito que 2011 somou mais pontos positivos que negativos para Limeira. Em todos os sentidos. Os negativos, todos, por conta da ambição humana e do descontrole político. Serão superados e corrigidos. Precisamos e devemos acreditar nisso.
Se você quer ler
Outro grande mestre da literatura latino-americana. Estou falando do escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino Jorge Luis Borges. E a obra recomendada é História Universal da Infâmia e Outras Histórias. Livro que reúne contos, ensaios e poesias e retrata muito bem a obra de Borges. Compõem o livro obras como Elogio da Sombra, O informe de Brodie, O livro da areia e a que dá o título inicial, História Universal da Infâmia, escrita em 1935. Polêmico, Borges tinha um senso de humor ácido, cujas declarações sempre causaram polêmica. Seu maior sonho era uma biblioteca universal, contendo todos os livros do mundo, que inspirou um de seus contos extraordinários: A Biblioteca de Babel. Vale a leitura.
Eu Recomendo!
O elenco é de primeira grandeza, reunindo monstros sagrados do cinema. Nada melhor, para começar o ano, assistindo ao filme Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família (Little Fockers, EUA-2010). Dirigido por Paul Weitz, reúne Robert De Niro, Ben Stiller, Dustin Hoffman, Barbra Streisand, Teri Polo, Owen Wilson, Laura Dern, Daisy Tahan e Blyte Danner. Para fazer chorar, de tanto rir. A história mostra, mais uma vez, a desconfiança do sogro com o genro e, mesmo após dez anos de convivência, casamento e netos, a batalha continua. Principalmente por que Greg (Ben Stiller), o genro, conseguiu um emprego noturno num laboratório farmacêutico e o sogro Jack (Robert De Niro) passa a desconfiar dele, devido à presença de uma sexy colega de trabalho. Duração: 98 minutos.
Frase da semana
"A CP foi instaurada para apurar os fatos e devolver a verdade dos fatos e todas as respostas à comunidade". Do vereador Miguel Lombardi (PR), presidente da Comissão Processante, que investigará o prefeito Silvio Félix (PDT). Dia 28, na Gazeta.
Além dos ícones
Apesar da representatividade de uma data comercial, e dos signos que isso nos traz, é hora de desvetir a roupa branca e esquecer do estouro do champanhe, e dar início ao imaginário das promessas feitas e planos traçados. Mesmo que ao fim deste ano, tenhamos que fazê-los novamente. Todos. Como não somos máquimas programadas, está justamente nesse reciclar de projetos a grande graça da vida. Do "ser" humano.
E que banquete
Por sua própria característica, 2012 entra no rol daqueles anos adorados pelos esotéricos. É ano bissexto. E cá estamos, novamente, em mais um ano eleitoral. O que garante essa atipicidade. E no caso de Limeira, muita turbulência política à frente, devido aos acontecimentos que se desencadearam desde 24 de novembro último. Será um ano farto em previsões, e algumas não acontecerão. Outras sim. A prática assim nos ensina.
Já é ano velho...
Chegou, e agora não tem como voltar. 2012 irrompeu pela madrugada, já é dia claro e nada melhor que pensar dessa forma. Daqui a pouco é ano novo. De novo.
Previsão certa
Há alguns meses a Secretaria dos Transportes anunciou campanha educativa no trânsito, para motociclistas, motoristas e pedestres. Com folhetos, presença dos agentes (laranjinhas) e até multas para quem desrespeitasse faixas de pedestres. Para todos, inclusive os próprios pedestres. Em uma das colunas comentei que não sairia do papel. Mais uma vez. E aconteceu como eu previa. Os motoristas e motociclistas continuam no seu desrespeito habitual. E principalmente os pedestres insistem em se jogar à frente dos veículos, inclusive fora das faixas, quando o sinal não lhes é favorável. Deve ter sido a enésima campanha anunciada.
Ação sem rumo
Diga-se, também, que dos pontos negativos, do ano que passou, o setor de Trânsito foi o campeão no quesito. Só conversa e nada mais. Faltou comando. Ou vontade de agir mesmo. Isso por que não estou mais falando dos semáforos, para não ter crise de hipertensão. Nota: de 0 a 0, sem movimentação nessa escala.
Coincidências
Maioria das prefeituras anunciou que principais obras e suas conclusões estão previstas para este ano. Ou seja, Os administradores públicos municpais investiram, começaram obras, porém as levaram em banho-maria até a chegada de 2012, que coincidentemente, é ano eleitoral. Kassab, na capital paulista; Félix, em Limeira e Zuza, em Iracemápolis são três exemplos típicos. Em tempo: todos eles juram, com as mãos levantadas, que não tem nada a ver com o ano eleitoral. Tudo por conta de atrasos das empreiteiras, climas, etc., etc. e etc.... Como o papai noel só chega em dezembro, após as eleições, o jeito então é acreditar mesmo... No coelhinho da Páscoa. Desafio: muitas dessas obras não serão concluídas. Façam suas apostas.
Pergunta rápida
O que esperar para 2012?
Foi muito bom
Apesar dos percalços de novembro, acredito que 2011 somou mais pontos positivos que negativos para Limeira. Em todos os sentidos. Os negativos, todos, por conta da ambição humana e do descontrole político. Serão superados e corrigidos. Precisamos e devemos acreditar nisso.
Se você quer ler
Outro grande mestre da literatura latino-americana. Estou falando do escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta argentino Jorge Luis Borges. E a obra recomendada é História Universal da Infâmia e Outras Histórias. Livro que reúne contos, ensaios e poesias e retrata muito bem a obra de Borges. Compõem o livro obras como Elogio da Sombra, O informe de Brodie, O livro da areia e a que dá o título inicial, História Universal da Infâmia, escrita em 1935. Polêmico, Borges tinha um senso de humor ácido, cujas declarações sempre causaram polêmica. Seu maior sonho era uma biblioteca universal, contendo todos os livros do mundo, que inspirou um de seus contos extraordinários: A Biblioteca de Babel. Vale a leitura.
Eu Recomendo!
O elenco é de primeira grandeza, reunindo monstros sagrados do cinema. Nada melhor, para começar o ano, assistindo ao filme Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família (Little Fockers, EUA-2010). Dirigido por Paul Weitz, reúne Robert De Niro, Ben Stiller, Dustin Hoffman, Barbra Streisand, Teri Polo, Owen Wilson, Laura Dern, Daisy Tahan e Blyte Danner. Para fazer chorar, de tanto rir. A história mostra, mais uma vez, a desconfiança do sogro com o genro e, mesmo após dez anos de convivência, casamento e netos, a batalha continua. Principalmente por que Greg (Ben Stiller), o genro, conseguiu um emprego noturno num laboratório farmacêutico e o sogro Jack (Robert De Niro) passa a desconfiar dele, devido à presença de uma sexy colega de trabalho. Duração: 98 minutos.
Frase da semana
"A CP foi instaurada para apurar os fatos e devolver a verdade dos fatos e todas as respostas à comunidade". Do vereador Miguel Lombardi (PR), presidente da Comissão Processante, que investigará o prefeito Silvio Félix (PDT). Dia 28, na Gazeta.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Na alça da mira
O prefeito Silvio Félix (PDT) não terá, definitivamente, o réveillon dos seus sonhos. Governando por liminar do TJ-SP e vendo ruir seu castelo político, ele entra para a história limeirense como alvo preferencial de uma Comissão Processante na Câmara Municipal, que pode levá-lo à cassação. Mais uma vez até seus aliados disseram o "sim" à continuidade da investigação, após o escândalo que abalou sua família e assessores.
Não cheira bem...
A forma como os governistas Nilce Segalla (PTB), Antonio Braz do Nascimento, o Piui (PDT) e o tucano Almir Pedro dos Santos, votaram pelo sim deixa um cheirinho de manobra política no ar. A investigação precisa ser transparente e dentro de todos os parâmetros legais e regimentais. Não pode dar margens a dúvidas e exigir do secretário Jurídico da Câmara, Fernando Lencioni, todo o empenho e seus conhecimentos. Mostrar-lhe que é secretário da Câmara, não da base governista.
Longe da ribalta
Agora é hora de deixar qualquer holofote de lado. Em especial da mídia e atuar pela verdade e chegar onde é preciso, sem se esquecer do direito ao contraditório e à ampla defesa. Afinal isso é democracia. Trazer à luz tudo o que for preciso e, se for preciso, punir aqueles que se locupletaram do poder. Exemplos estão ai para quem quiser ver. Quem sabe não saia um exemplo daqui também?
Antes que afunde
O trecho da Rua Barão de Campinas, entre as ruas Lavapés e Duque de Caxias, que teve recente obra da Foz do Brasil concluída, está pecisando de uma vistoria urgente da concessionária. No cruzamento com a Rua Lavapés está se formando uma depressão, bem ao lado da tampa do poço de visita. A pavimentação afundou e se não for reparada pode afundar de vez. Prevenir é melhor que remediar.
Português claro
A palavra de hoje não é nova. É aquilo que define o Estado brasileiro. Estou falando de laico, que segundo o novo dicionário Houaiss, é um adjetivo e substantivo masculino. Laico significa: que ou aquele que não pertence ao clero nem a uma ordem religiosa; leigo; que ou aquele que é hostil à influência, ao controle da Igreja e do clero sobre a vida intelectual e moral, sobre as instituições e os serviços públicos; que é independente em face do clero e da Igreja, e, em sentido mais amplo, de toda confissão religiosa; relativo ao mundo profano ou à vida civil. Pois é, somos um estado laico e há muitos clérigos que ainda não entendem isso.
A última de hoje
Quem não tem o que dizer, não deve nem começar a falar.
O prefeito Silvio Félix (PDT) não terá, definitivamente, o réveillon dos seus sonhos. Governando por liminar do TJ-SP e vendo ruir seu castelo político, ele entra para a história limeirense como alvo preferencial de uma Comissão Processante na Câmara Municipal, que pode levá-lo à cassação. Mais uma vez até seus aliados disseram o "sim" à continuidade da investigação, após o escândalo que abalou sua família e assessores.
Não cheira bem...
A forma como os governistas Nilce Segalla (PTB), Antonio Braz do Nascimento, o Piui (PDT) e o tucano Almir Pedro dos Santos, votaram pelo sim deixa um cheirinho de manobra política no ar. A investigação precisa ser transparente e dentro de todos os parâmetros legais e regimentais. Não pode dar margens a dúvidas e exigir do secretário Jurídico da Câmara, Fernando Lencioni, todo o empenho e seus conhecimentos. Mostrar-lhe que é secretário da Câmara, não da base governista.
Longe da ribalta
Agora é hora de deixar qualquer holofote de lado. Em especial da mídia e atuar pela verdade e chegar onde é preciso, sem se esquecer do direito ao contraditório e à ampla defesa. Afinal isso é democracia. Trazer à luz tudo o que for preciso e, se for preciso, punir aqueles que se locupletaram do poder. Exemplos estão ai para quem quiser ver. Quem sabe não saia um exemplo daqui também?
Antes que afunde
O trecho da Rua Barão de Campinas, entre as ruas Lavapés e Duque de Caxias, que teve recente obra da Foz do Brasil concluída, está pecisando de uma vistoria urgente da concessionária. No cruzamento com a Rua Lavapés está se formando uma depressão, bem ao lado da tampa do poço de visita. A pavimentação afundou e se não for reparada pode afundar de vez. Prevenir é melhor que remediar.
Português claro
A palavra de hoje não é nova. É aquilo que define o Estado brasileiro. Estou falando de laico, que segundo o novo dicionário Houaiss, é um adjetivo e substantivo masculino. Laico significa: que ou aquele que não pertence ao clero nem a uma ordem religiosa; leigo; que ou aquele que é hostil à influência, ao controle da Igreja e do clero sobre a vida intelectual e moral, sobre as instituições e os serviços públicos; que é independente em face do clero e da Igreja, e, em sentido mais amplo, de toda confissão religiosa; relativo ao mundo profano ou à vida civil. Pois é, somos um estado laico e há muitos clérigos que ainda não entendem isso.
A última de hoje
Quem não tem o que dizer, não deve nem começar a falar.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Para comemorar e não esquecer. Para entrar na história!
O ano de 2011 se vai pelos últimos dias. Rapidamente já será 2012, porém, antes da tradicionais perspectivas para o ano novo que se inicia, é necessário refletir sobre este, que está com os dias contados. E foi um ano atípico para Limeira, considerando-se a partir da segunda dezena de novembro. Ano este que deve ser resumido em apenas dois momentos. O primeiro, até o dia 23 de novembro, quando tudo parecia caminhar dentro do que se pode chamar de normalidade. Sem qualquer intercorrência, o município seguia seu ritmo. De pontos positivos e negativos, mostrados diariamente pela imprensa.
Reclamações e denúncias conhecidas, em áreas como saúde, educação, lazer, transporte público e o irresoluto trânsito e seus desconfigurados semáforos; e notícias vigorosas, como o anúncio oficial da vinda da Samsung (e os investimentos que isso renderia para o município e toda região) e a inauguração do Samu faziam o cotidiano do noticiário local. Estou citando apenas esses dois, em minha opinião os mais marcantes. E muito comemorados.
O grande solavanco, entretanto, que atingiu a geografia política de Limeira e ganhou espaço - e de destaque - na mídia nacional, foi sentido no dia 24 de novembro. Um turbilhão de acontecimentos, que fez tremer na base um bom número de políticos e aliados, tanto de primeira como de última hora. E toda etrutura político-administrativa do governo Silvio Félix (PDT). Estava começando o segundo momento a que me referi no início deste artigo. O dia 24 amanheceu e logo ao nascer do sol a população, perplexa, assistia á prisão da primeira-dama, Constância Félix, seus dois filhos e outras nove pessoas - do seu círculo familiar e também de convívio - em uma ação conjunta do Ministério Público e Polícia Militar. Mandados de prisão, busca e apreensão, revelavam crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica, iniciando uma devassa completa na vida dessas pessoas. E não parou mais.
Fatos que puseram em xeque até mesmo o desenvolvimento do próprio município, mostraram um vice-prefeito ausente e apático e, que por vias ainda não reveladas, mas com certeza já traçadas, devem atingir em cheio o próprio prefeito, que agora governa à base de uma liminar judicial e enfrenta uma Comissão Processante na Câmara Municipal, que tem hoje seu "dia D", quando será decidido se continua ou não. Se a oposição comemora e a população se mobiliza pela continuidade das investigações, muitos articulam sobre panos quentes e o famoso "deixa estar, para ver como é que fica". É possível, sim, comemorar, pelo efeito mobilizador que esses fatos produziram na sociedade. Não dá para esquecê-los, pela legitimidade e transparência com a coisa pública. Então é preciso que entrem para a história como marco de uma aspiração coletiva: a moralidade e a ética na política. Limeira numca mais será a mesma. E que venha 2012!
Reclamações e denúncias conhecidas, em áreas como saúde, educação, lazer, transporte público e o irresoluto trânsito e seus desconfigurados semáforos; e notícias vigorosas, como o anúncio oficial da vinda da Samsung (e os investimentos que isso renderia para o município e toda região) e a inauguração do Samu faziam o cotidiano do noticiário local. Estou citando apenas esses dois, em minha opinião os mais marcantes. E muito comemorados.
O grande solavanco, entretanto, que atingiu a geografia política de Limeira e ganhou espaço - e de destaque - na mídia nacional, foi sentido no dia 24 de novembro. Um turbilhão de acontecimentos, que fez tremer na base um bom número de políticos e aliados, tanto de primeira como de última hora. E toda etrutura político-administrativa do governo Silvio Félix (PDT). Estava começando o segundo momento a que me referi no início deste artigo. O dia 24 amanheceu e logo ao nascer do sol a população, perplexa, assistia á prisão da primeira-dama, Constância Félix, seus dois filhos e outras nove pessoas - do seu círculo familiar e também de convívio - em uma ação conjunta do Ministério Público e Polícia Militar. Mandados de prisão, busca e apreensão, revelavam crimes de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e falsidade ideológica, iniciando uma devassa completa na vida dessas pessoas. E não parou mais.
Fatos que puseram em xeque até mesmo o desenvolvimento do próprio município, mostraram um vice-prefeito ausente e apático e, que por vias ainda não reveladas, mas com certeza já traçadas, devem atingir em cheio o próprio prefeito, que agora governa à base de uma liminar judicial e enfrenta uma Comissão Processante na Câmara Municipal, que tem hoje seu "dia D", quando será decidido se continua ou não. Se a oposição comemora e a população se mobiliza pela continuidade das investigações, muitos articulam sobre panos quentes e o famoso "deixa estar, para ver como é que fica". É possível, sim, comemorar, pelo efeito mobilizador que esses fatos produziram na sociedade. Não dá para esquecê-los, pela legitimidade e transparência com a coisa pública. Então é preciso que entrem para a história como marco de uma aspiração coletiva: a moralidade e a ética na política. Limeira numca mais será a mesma. E que venha 2012!
2012, um ano que pode não terminar. Será?
Exoterismos e previsões à parte e com ou sem a anuência dos deus maia Bolon Yokte, que representaria a Nova Era, a partir do dia 21 de dezembro de 2012, o fim do mundo ainda vai longe. Mas inspira cuidados. E muito resguardo para alguns. A exatos sete dias do primeiro dia do novo ano - e que será brindado, exaltado e festejado - as premissas em torno do ideário político são as mais obscuras. E não adianta não querer falar disso justamente hoje, ou tentar abafar as explosões com os panos quentes da hipocrisia, que não vai aplacar as turbulências. Nem nossas consciências. Estamos impregnados até a alma pelos tristes acontecimentos, que envolveram este fim de 2011, que é quase impossível ser otimista. É preciso, sim e sempre, acreditar na sensibilidade e responsabilidade dos homens, mas acima de tudo enfrentar a realidade com a mente e olhos bem abertos. Difícil dizer em poucas linhas o tamanho da contaminação que chega a 2012 e quais serão os remédios mais eficazes, capazes de reduzir e eliminar tais vírus. Mais que isso, o problema talvez não esteja justamente no tratamento, mas sim na dosagem dos medicamentos.
Tiro no mosquito
Lembro-me, aqui, de uma frase que a pediatra dos meus filhos, minha querida doutora Tupanema, costumava empregar, em alguns casos a ela por nós levados. Dizia a médica que era preciso ter cuidado e atenção, para não darmos um tiro de canhão num mosquito. Como os pais são sempre aflitos, era preciso haver uma contrapartida de ponderação. O caso de Limeira é inverso. O tiro pode sair pela culatra. Não está difícil.
Cautela e caldo...
...de galinha não fazem mal a ninguém. A euforia exagerada (e me desculpem o pleonasmo, mas é preciso) pode jogar um momento histórico para o povo limeirense na vala comum várias tentativas frustradas de fazer valer a ética na política local. O tratamento deve continuar, sim. É preciso, entretanto (como no uso incorreto de um antibiótico), que não cause reações adversas o tenha efeitos colaterais lá na frente, sem a cura real.
Prática indevida
Pessoas idosas e portadoras de deficiências voltam a reclamar da falta de respeito para com as vagas preferenciais - ou especiais - em estacionamento nas vias públicas. Fazia algum tempo que eu não escrevia isso por aqui, mas fui abordado por um amigo, que acabou relatando algumas histórias, semelhantes às que comentei neste espaço, em outras oportunidades. E não é dicífil perceber como eles têm razão. Basta um passeio pelo Centro, e um bom observador vai testemunhar essa falta de educação. Além de não portar adesivos ou papeletas de usuários preferenciais, são na maioria jovens. Sem qualquer tipo de problema. Apenas se aproveitam da falta de fiscalização e quem precisa fica sem saber a quem recorrer, a não ser a nós, jornalistas e colunistas.
Tanto cá como lá
Na edição de sexta-feira, dia 22, esta Gazeta trouxe uma denúncia nesse sentido, ilustrada com fotos, desse desrepeito. Lá na cidade de Cordeirópolis. Por aqui nos cansamos de comentar, criticar, expor... E tudo continua na teoria. A prática é totalmente outra. Falta de educação parece contagiosa.
Pergunta rápida
Você acredita em Papai Noel?
Se você quer ler
Para não perder o pique do momento, minha sugestão para leitura, hoje é A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., sobre a era das privatizações, no governo FHC, que chegou a alguns de seus mais influentes ministros e revela nomes até então blindados pela grande mídia. Lançado recentemente, é um dos mais vendidos da Livraria da Folha (venas on-line) e traz denúncias e documentos de toda uma era. Há críticas favoráveis, e também desfavoráveis. Alguns especialistas afirmam que não atinge diretamente o ex-governador paulista e candidato à Presidência, José Serra, mas é rico em documentos. O seu conteúdo, hoje em livro, quase foi um dossiê na campanha eleitoral do ano passado, porém, abortado pela campanha petista, antes de seu início. Vale no mínimo uma leitura crítica.
Eu Recomendo!
Um presente de Natal, na indicação de hoje para um bom filme. Estou falando de Bonnie & Clyde - Uma Rajada de Balas (Bonnie and Clyde, EUA-1967), dirigido por Arthur Penn. Um gênero misto entre comédia, policial e romance, que marcou época. Baseado em fatos reais, conta a história de um casal de assaltantes, durante a era da Grande Depressão: Bonnie (Faye Dunaway) e Clyde (Warren Beatty), dois jovens que se conhecem de forma inusitada e acabam se apaixonando. E se tornam uma das duplas de assaltantates mais famosas de toda a história americana. O elenco traz ainda Gene Hackman; Gene Wilder; Michael J. Pollard; Estelle Parsons; Denver Pyle; Dub Taylor e Evans Evans. 112 minutos.
O ano das redes
O ano de 2011 foi marcado pelo crescimento e acesso às redes sociais na web. De simples criações para o deleite de adolescentes, Twitter e Facebook acabaram se transformando em eficientes meios de informação. E de mobilização social e política. Se nas eleições presidenciais e legislativas de 2010 houve uma efetiva contribuição dessas ferramentas, em 2012 elas devem ser mais efetivas ainda. Principalmente porque teremos eleições municipais, quando o debate é local e concentrado. Um exemplo real: a mobilização popular, pela CP na Câmara, bombou nessas redes. Como está acontecendo agora. Então, "enter" para enviar sua mensagem.
Hora de festejar
Aproveitar este espaço, também, para agradecer e desejar votos de feliz Natal, é um ato de reconhecimento. Principalmente aos leitores que nos acompanham diariamente, com suas opiniões. Sejam elas elogiosas ou críticas. Ouvir elogio é gostoso, e faz bem. Aceitar as críticas é uma lição, para que melhoremos, sempre, nossa conduta. E como a opinião é a matéria-prima do nosso trabalho, nada melhor do que termos sempre isso em mente. Nós também erramos e muitas vezes precisamos ser corrigidos. Então, um feliz Natal a todos e até daqui a pouco. O feriado domingueiro é um tiro curto neste ano.
Frase da semana
"É o exercício da democracia, que impõe medo à tirania e à vilania". Da coluna Texto&Contexto. Na Gazeta, domingo, dia 18.
Tiro no mosquito
Lembro-me, aqui, de uma frase que a pediatra dos meus filhos, minha querida doutora Tupanema, costumava empregar, em alguns casos a ela por nós levados. Dizia a médica que era preciso ter cuidado e atenção, para não darmos um tiro de canhão num mosquito. Como os pais são sempre aflitos, era preciso haver uma contrapartida de ponderação. O caso de Limeira é inverso. O tiro pode sair pela culatra. Não está difícil.
Cautela e caldo...
...de galinha não fazem mal a ninguém. A euforia exagerada (e me desculpem o pleonasmo, mas é preciso) pode jogar um momento histórico para o povo limeirense na vala comum várias tentativas frustradas de fazer valer a ética na política local. O tratamento deve continuar, sim. É preciso, entretanto (como no uso incorreto de um antibiótico), que não cause reações adversas o tenha efeitos colaterais lá na frente, sem a cura real.
Prática indevida
Pessoas idosas e portadoras de deficiências voltam a reclamar da falta de respeito para com as vagas preferenciais - ou especiais - em estacionamento nas vias públicas. Fazia algum tempo que eu não escrevia isso por aqui, mas fui abordado por um amigo, que acabou relatando algumas histórias, semelhantes às que comentei neste espaço, em outras oportunidades. E não é dicífil perceber como eles têm razão. Basta um passeio pelo Centro, e um bom observador vai testemunhar essa falta de educação. Além de não portar adesivos ou papeletas de usuários preferenciais, são na maioria jovens. Sem qualquer tipo de problema. Apenas se aproveitam da falta de fiscalização e quem precisa fica sem saber a quem recorrer, a não ser a nós, jornalistas e colunistas.
Tanto cá como lá
Na edição de sexta-feira, dia 22, esta Gazeta trouxe uma denúncia nesse sentido, ilustrada com fotos, desse desrepeito. Lá na cidade de Cordeirópolis. Por aqui nos cansamos de comentar, criticar, expor... E tudo continua na teoria. A prática é totalmente outra. Falta de educação parece contagiosa.
Pergunta rápida
Você acredita em Papai Noel?
Se você quer ler
Para não perder o pique do momento, minha sugestão para leitura, hoje é A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., sobre a era das privatizações, no governo FHC, que chegou a alguns de seus mais influentes ministros e revela nomes até então blindados pela grande mídia. Lançado recentemente, é um dos mais vendidos da Livraria da Folha (venas on-line) e traz denúncias e documentos de toda uma era. Há críticas favoráveis, e também desfavoráveis. Alguns especialistas afirmam que não atinge diretamente o ex-governador paulista e candidato à Presidência, José Serra, mas é rico em documentos. O seu conteúdo, hoje em livro, quase foi um dossiê na campanha eleitoral do ano passado, porém, abortado pela campanha petista, antes de seu início. Vale no mínimo uma leitura crítica.
Eu Recomendo!
Um presente de Natal, na indicação de hoje para um bom filme. Estou falando de Bonnie & Clyde - Uma Rajada de Balas (Bonnie and Clyde, EUA-1967), dirigido por Arthur Penn. Um gênero misto entre comédia, policial e romance, que marcou época. Baseado em fatos reais, conta a história de um casal de assaltantes, durante a era da Grande Depressão: Bonnie (Faye Dunaway) e Clyde (Warren Beatty), dois jovens que se conhecem de forma inusitada e acabam se apaixonando. E se tornam uma das duplas de assaltantates mais famosas de toda a história americana. O elenco traz ainda Gene Hackman; Gene Wilder; Michael J. Pollard; Estelle Parsons; Denver Pyle; Dub Taylor e Evans Evans. 112 minutos.
O ano das redes
O ano de 2011 foi marcado pelo crescimento e acesso às redes sociais na web. De simples criações para o deleite de adolescentes, Twitter e Facebook acabaram se transformando em eficientes meios de informação. E de mobilização social e política. Se nas eleições presidenciais e legislativas de 2010 houve uma efetiva contribuição dessas ferramentas, em 2012 elas devem ser mais efetivas ainda. Principalmente porque teremos eleições municipais, quando o debate é local e concentrado. Um exemplo real: a mobilização popular, pela CP na Câmara, bombou nessas redes. Como está acontecendo agora. Então, "enter" para enviar sua mensagem.
Hora de festejar
Aproveitar este espaço, também, para agradecer e desejar votos de feliz Natal, é um ato de reconhecimento. Principalmente aos leitores que nos acompanham diariamente, com suas opiniões. Sejam elas elogiosas ou críticas. Ouvir elogio é gostoso, e faz bem. Aceitar as críticas é uma lição, para que melhoremos, sempre, nossa conduta. E como a opinião é a matéria-prima do nosso trabalho, nada melhor do que termos sempre isso em mente. Nós também erramos e muitas vezes precisamos ser corrigidos. Então, um feliz Natal a todos e até daqui a pouco. O feriado domingueiro é um tiro curto neste ano.
Frase da semana
"É o exercício da democracia, que impõe medo à tirania e à vilania". Da coluna Texto&Contexto. Na Gazeta, domingo, dia 18.
Empacou geral
A história política de Limeira caminha cada vez mais para trás. Em vez de evoluir para o bem, involui de forma perigosa. Atacar a imprensa ou culpá-la pela desandada em sua administração, faz do prefeito Sílvio Félix (PDT) um saudosista. Da ditadura militar e de governos, que não comungam com a liberdade de expressão do pensamento. Ou está mal assessorado ou caiu no desespero! Quanto ao Ministério Público (MP) faz, brilhantemente, o seu trabalho.
E vale registrar
Se a Câmara fosse independente, com todos (não a minoria) atuando como deveriam, a situação não chegaria a esse ponto. Se houvesse fiscalização dos atos do Executivo - não leniência - muito do muito poderia ser evitado. Enfim, agora é esperar, pelo menos, uma atuação digna da CP. Caso contrário...
Erra. Como erra
Não há pureza na mídia também. Há, em certos casos, síndromes mal resolvidas e que descambam para o preciosismo absurdo e recalcado de profissionais que se julgam inatingíveis. No caso dos Félix, a imprensa só está divulgando o que as investigações estão mostrando. Tudo documentado. Aliás, muito bem documentado.
Está chegando...
Acaba de aparecer no meu Twitter, como seguidor, o Partido Ecológico. A sigla PEN - Partido Ecológico Nacional - e o número é o 51. E o símbolo é um trevo de quatro folhas na cor verde em fundo amarelo. E se diz o "partido para defender a natureza". E 51 é um número pronto para o marketing. Será que tem algo a ver?
Português claro
No novo dicionário Houaiss, leniência vem de lenidade. E lenidade, segundo Houaiss, significa: qualidade do que é lene, suave; doçura, mansidão, brando. E estamos conversados.
A última de hoje
O vereador Silvio Brito (PDT) precisa aprender logo o que significa Democracia. E com D maiúsculo. Ou a Democracia se encarregará de ensinar essa lição a ele.
A história política de Limeira caminha cada vez mais para trás. Em vez de evoluir para o bem, involui de forma perigosa. Atacar a imprensa ou culpá-la pela desandada em sua administração, faz do prefeito Sílvio Félix (PDT) um saudosista. Da ditadura militar e de governos, que não comungam com a liberdade de expressão do pensamento. Ou está mal assessorado ou caiu no desespero! Quanto ao Ministério Público (MP) faz, brilhantemente, o seu trabalho.
E vale registrar
Se a Câmara fosse independente, com todos (não a minoria) atuando como deveriam, a situação não chegaria a esse ponto. Se houvesse fiscalização dos atos do Executivo - não leniência - muito do muito poderia ser evitado. Enfim, agora é esperar, pelo menos, uma atuação digna da CP. Caso contrário...
Erra. Como erra
Não há pureza na mídia também. Há, em certos casos, síndromes mal resolvidas e que descambam para o preciosismo absurdo e recalcado de profissionais que se julgam inatingíveis. No caso dos Félix, a imprensa só está divulgando o que as investigações estão mostrando. Tudo documentado. Aliás, muito bem documentado.
Está chegando...
Acaba de aparecer no meu Twitter, como seguidor, o Partido Ecológico. A sigla PEN - Partido Ecológico Nacional - e o número é o 51. E o símbolo é um trevo de quatro folhas na cor verde em fundo amarelo. E se diz o "partido para defender a natureza". E 51 é um número pronto para o marketing. Será que tem algo a ver?
Português claro
No novo dicionário Houaiss, leniência vem de lenidade. E lenidade, segundo Houaiss, significa: qualidade do que é lene, suave; doçura, mansidão, brando. E estamos conversados.
A última de hoje
O vereador Silvio Brito (PDT) precisa aprender logo o que significa Democracia. E com D maiúsculo. Ou a Democracia se encarregará de ensinar essa lição a ele.
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