Falta criatividade
Aos poucos as campanhas dos candidatos a prefeito e vereador ganham as ruas. Tímidas, é bem verdade, porém, sem nenhuma objetividade ou proposta que atraia o eleitor. Nota zero à criatividade, em especial aos postulantes do cargo majoritário, que se valem de velhos chavões e promessas não cumpridas. Desde sempre.
Marketing zero
Longe de apresentar propostas concretas e razoáveis, acabam na mesmice de sempre e no vazio de promessas eleitoreiras, que todos estão cansados de saber, nunca serão cumpridas. E não escapa um dos quatro candidatos. Melhorias na saúde, na educação e no transporte coletivo vêm de longe. Eu já ouvia isso de 30 anos para cá. E tudo continua na mesma: filas nos postos de saúde e longo tempo de espera para consultas; falta de vagas em creches e reclamações diárias de um transporte público de péssima qualidade. Compromisso público e proposta são diferentes de promessas, que se perdem ao longo dos mandatos.
Todos por todos
O que mais irrita (e todos têm de sobra) é o populismo de sempre. Homens do povo, humildade à toda prova, amigos de todos, sorrisos abertos e farta distribuição de abraços. Falta, porém, transparência no trato com os problemas mais graves e coragem para não prometer, mas arregaçar as mangas para trabalhar na busca de soluções práticas, que necessitam apenas de vontade política para executá-las. O caminho do eleitor limeirense está escuro. Nem túnel para ver a luz no fim existe.
É só tecnologia
De novidade, mesmo, e ainda mal explorada, é a entrada da internet nas campanhas. Principalmente através das redes sociais, sacramentadas desde as eleições de 2010. Se a ferramente é nova a ladainha é velha. Remodelada apenas com novos rostos na trama.
A consciência...
...e a mídia. Por isso acredito que uma visão crítica, exposta dessa forma, possa contribuir com maior índice de acerto dos eleitores. Nós, jornalistas - e muitos outros formadores de opinião - temos a obrigação de tratar desse tema. Exaustivamente. Sem medo de sermos repetitivos. Sem contemporização
A última de hoje
O site Cordero Virtual (www.corderovirtual.com.br), baseado em Cordeirópolis, completou 11 anos no último dia 11.Segundo o gráfico de visitas, são 29 países acessando o seu conteúdo, entre notíciais nacionais, internacionais e locais daquela cidade, numa média diária de 2.503,43 acessos.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Medalha de ouro em deseducação
Li, reli e analisei muitos comentários de especialistas na área esportiva - blogueiros em sua maioria, afeitos às mazelas do futebol - sobre a campanha do Brasil na Olimpíada de Londres. Sociólogos, ex-atletas e até analistas políticos também deram seus pitacos e, dessa forma, sinto-me no direito de me aventurar por essa área, mesmo não sendo a de minha atividade cotidiana. O País não tem e nunca teve tradição nos esportes olímpicos. Os verdadeiramente olímpicos, que não conhecem a cor do dinheiro e muito menos contam com apoio ou patrocínio de peso. A não ser de estatais ou mistas, porém nem todos. E, às vezes, sobressaem mesmo assim.
Por não ser - e ainda está longe disso - uma potência olímpica, o Brasil vai continuar contando os ouro, prata e bronze e celebrando cada medalha ganha, comparando campanhas anteriores e sonhando sempre com a próxima edição dos jogos, que coincidentemente será no Rio de Janeiro. Em 2016. Por isso, não se pode considerar a campanha brasileira pífia ou ridicularizar atletas ou modalidades esportivas, enquando apostar até o último centavo no derrotado futebol, composto por verdadeiras estrelas da publicidade, porém pseudocraques e desprovidos da noção de Pátria, como rotineiramente se vê em altetas de outros países. O único patriotismo que ostentam é o quanto conseguirão engordar suas polpudas contas bancárias. Tornam-se, assim, coadjuvantes num espetáculo no qual deveriam ser protagonistas. Somos frutos de nossa própria deseducação.
Ao desmerecer as poucas conquistas, que podem ser consideradas brilhantes e algumas inéditas, para ficar focado apenas em uma modalidade esportiva, por sinal a mais badalada, estrelada e bem remunerada, ou seja, o futebol, e suas seguidas derrotas, é assinar atestado de incompetência com firma reconhecida. É aceitar definitivamente o complexo de vira-latas, como condição permanente, colocando a culpa do próprio fracasso no sucesso alheio. Mais uma vez foi isso que se viu nesses últimos 20 dias e provavelmente não será diferente daqui a quatro anos, se não houver uma mudança de postura e nas prioridades. Em quatro anos, é bem verdade, não se forma um campeão, mas pode garantir estrutura para que os atuais e outros já em formação, mantenham esse status.
É inadmissível que não haja, na imensidão do território brasileiro, outros talentos como o da piauiense Sarah Menezes e do paulista Arthur Zanetti. É preciso, entretanto, garimpá-los e dispensar-lhes tratamento digno, que começa com uma educação de qualidade, para ter garantida a formação de uma personalidade sem distorções. Sem desvios no caráter. Se as vitórias brasileiras foram exemplos de superação é chegada a hora de o País mirar-se nelas. E aceitar que cada um, do governo à iniciativa privada, passando pela mídia, tem seu porcentual de culpa, não pelas derrotas e decepções, mas por não ter contribuído por um resultado melhor.
Por não ser - e ainda está longe disso - uma potência olímpica, o Brasil vai continuar contando os ouro, prata e bronze e celebrando cada medalha ganha, comparando campanhas anteriores e sonhando sempre com a próxima edição dos jogos, que coincidentemente será no Rio de Janeiro. Em 2016. Por isso, não se pode considerar a campanha brasileira pífia ou ridicularizar atletas ou modalidades esportivas, enquando apostar até o último centavo no derrotado futebol, composto por verdadeiras estrelas da publicidade, porém pseudocraques e desprovidos da noção de Pátria, como rotineiramente se vê em altetas de outros países. O único patriotismo que ostentam é o quanto conseguirão engordar suas polpudas contas bancárias. Tornam-se, assim, coadjuvantes num espetáculo no qual deveriam ser protagonistas. Somos frutos de nossa própria deseducação.
Ao desmerecer as poucas conquistas, que podem ser consideradas brilhantes e algumas inéditas, para ficar focado apenas em uma modalidade esportiva, por sinal a mais badalada, estrelada e bem remunerada, ou seja, o futebol, e suas seguidas derrotas, é assinar atestado de incompetência com firma reconhecida. É aceitar definitivamente o complexo de vira-latas, como condição permanente, colocando a culpa do próprio fracasso no sucesso alheio. Mais uma vez foi isso que se viu nesses últimos 20 dias e provavelmente não será diferente daqui a quatro anos, se não houver uma mudança de postura e nas prioridades. Em quatro anos, é bem verdade, não se forma um campeão, mas pode garantir estrutura para que os atuais e outros já em formação, mantenham esse status.
É inadmissível que não haja, na imensidão do território brasileiro, outros talentos como o da piauiense Sarah Menezes e do paulista Arthur Zanetti. É preciso, entretanto, garimpá-los e dispensar-lhes tratamento digno, que começa com uma educação de qualidade, para ter garantida a formação de uma personalidade sem distorções. Sem desvios no caráter. Se as vitórias brasileiras foram exemplos de superação é chegada a hora de o País mirar-se nelas. E aceitar que cada um, do governo à iniciativa privada, passando pela mídia, tem seu porcentual de culpa, não pelas derrotas e decepções, mas por não ter contribuído por um resultado melhor.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Violência urbana. Mortes e outras estatísticas
Mais uma morte violenta em Limeira. E novamente de pessoa pública, o que eleva o grau de divulgação e também a atenção da população, que anda refém do medo e até do dia seguinte. Conhecido politicamente e pela atuação em várias administrações públicas no Município, Marcos Camargo entra para a estatística fria da violência urbana, que está atingindo níveis assustadores. E justamente por ser uma pessoa pública, o caso vai ter uma sequência na mídia, assim como teve o do empresário Odair Zambom, ainda não solucionado. E anterior, de anos, o caso do menino Yago, que ficou conhecido pelo desaparecimento da mãe do garoto. Zambom ainda carece de esclarecimentos por parte das autoridades. Yago a mãe foi indiciada, porém não localizada. Vamos aguardar. O fato é que essa violência - independentemente de sua gravidade - não atinge somente pessoas públicas. Chega ao cidadão comum e acaba virando apenas notas em páginas de jornais e posteriormente são esquecidos, como se não merecessem lembranças. Enganam-se os que pensam dessa forma. De A a Z, influente ou não, as autoridades estão obrigadas a dar satisfações à população e mostrar soluções.
Repercussão geral
Não há justificativa racional, que alimente esse tipo de tragédia. Não há como entender o mecanismo de mentes assassinas sem recorrer a chavões do senso comum. A violência, por si só, é injustificável, parta de onde partir. Até mesmo do próprio Estado, que muitas vezes não consegue conter seus próprios agentes da lei, como vimos em episódios recentes de autoritarismo puro, em ações do aparelho policial.
Satisfação pública
Seja como for o rumo das investigações, e nesse caso mais recente, a polícia deve se preocupar sempre com o fato em si e não apenas com os personagens dessa história macabra. E quando há sinais claros de execução por encomenda ou mando, as atenções precisam ser redobradas, e nisso a mídia precisa estar sempre atenta aos rumos tomados. E a informação é a principal ferramenta de todos os envolvidos.
Um fato que choca
As primeiras reações da opinião pública ao anúncio da morte de Marcos Camargo corrobora com tudo isso que escrevi acima. A principal preocupação de quem acessou e comentou o post no Facebook da Gazeta, momentos após o fato, era justamente sobre o medo e a impotência provocada por ações dessa natureza, principalmente porque envolve o desconhecido. E tudo que não tem explicação lógica, racional e objetiva, acaba por desencadear tais sensações, que lenta e gradualmente se transformam em pânico. Muitas vezes um dano irreparável à consciência humana.
Clareza necessária
Cabe agora, aos responsáveis pela investigação do crime, total transparência na sequência dessas ações. E na medida do possível deixar a população informada, para afastar esse desconforto emocional, que atinge toda a sociedade. É preciso confiar no trabalho dessas autoridades. E também cobrar as soluções previsíveis.
Esse espaço é meu
O período eleitoral nos faz lembrar, agora, que a vida segue. E com ela a rotina dos candidatos a prefeito e vereador, que neste momento disputam palmo a palmo os melhores espaços para exposição das imagem de campanha. A cidade começa a ficar tomada pela propaganda eleitoral visual. E há locais em que não falta fotografia de candidato. Às vezes até dos quatro juntinhos. Imagem é tudo. Poluição visual atrapalha.
É preciso requentar
Está frio, sem tempero e mal cozido. Vai longe ainda a guerra nos bastidores da política, que possa provocar um frenesi entre os candidatos e seus assessores. Uma rusga aqui e outra ali, que apenas fomenta o ego entre integrantes de um mesmo staff e nada mais que isso. Faz-se, nesse momento, uma campanha eleitoral sem paixão. Literalmente.
E o mensalão vai...
... entrar na segunda semana em julgamento no Supremo Tribunal Federal. As defesas foram pródigas em negações e ataques entre réus. De concreto, mesmo, até agora, só mesmo a denúncia da Procuradoria Geral da República, que convenhamos, também não é nenhuma peça espetacular.
Pergunta rápida
Será que a polícia estaria diante de mais um caso sem solução?
De "sacola" cheia
A retomada da polêmica sobre as sacolinhas de supermercado, provocada na semana passada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, é um exemplo claro de que a interferência regulatória em determinadas áreas só atrapalha. E provoca mais danos para todos os lados. A recomendação do TJ-SP, em sentança, de que a partir de 15 de setembro as sacolas plásticas voltem a ser cobradas do consumidor - estipulando inclusive um valor de R$ 0,59 a unidade - em nada acrescenta. Pelo contrário, induz a muitas interpretações e nenhuma definição.
Há lei. Cumpra-se
Se há legislação estadual, que tem por objetivo a proteção ambiental contra os descartes de material plástico na natureza, então que se cumpra. É preciso deixar de lado as interferências de lobistas (de todos os lados) e fazer o que for necessário pela preservação da vida. Que é muito mais importante que essa discussão, reaberta agora pelo TJ. Esse caso do "dá sacola, tira sacola, vende sacola" já deveria estar encerrado. Nem deveria, aliás, nem ter voltado ao debate.
Frase da semana
"Dilma, não deixe a falta de diálogo sepultar a esperança. Reabra a negociação". Faixa de grevistas da Universidade Federal de Minas Gerais, aberta em protesto contra o governo. Sexta-feira, 10. Folha.com-Poder.
Que criatividade
Difícil não falar sobre a política nesse período de tensão eleitoral. Interessante salientar, também, algumas inovações, que vão do superman ao enfermeiro do povo e por aí afora. O que me chamou a atenção, entrentanto, foi um outdoor sobre rodas, nas esquinas das ruas centrais de Limeira. Sinal fecha, lá vão as moças empurrando o carrinho pela faixa de pedestre. Sinal prestes a abrir e elas invertem a posição. Será que poderíamos chamar de "wheeldoor".
Decepção pura
O primeiro debate televisivo entre os candidatos a prefeito, promovido pela TV Jornal, foi perfeito do ponto de vista da mídia TV. Cenário sóbrio, apresentação consistente e regras claras. O que deixou a desejar foi uma participação mais efetiva dos quatro candidatos. Nenhum deles, em algum momento, respondeu com clareza às perguntas feitas. Viajaram à estratosfera com propostas dignas de arrepios. Algumas tentativas de provocação morreram na própria provocação.
Não engrenou
Espera-se, no mínimo, que o horário eleitoral gratuito, no rádio e na TV, possa provocar alguma mudança no panorama eleitoral mostrado pelos resultados da pequisa Gazeta-Limite Consultoria, sobre o altíssimo índice de votos brancos e nulos principalmente nos cenários de segundo turno. A população está definitivamente cansada e desiludida com a política e seus representantes. É preciso recuper no cidadão sua vontade de participar.
Um outro foco
Só para variar um pouco. Li e fiquei estarrecido com a notícia veiculada nesta semana sobre a premiação dos jogadores de futebol, caso conquistem uma medalha de ouro na Olimpíada: R$ 180 mil para cada atleta. E nossos verdadeiros medalhas de ouro, a judoca Sarah Menezes e o ginasta Arthur Zanetti? Quanto ganharam ou vão ganhar? Nunca o Brasil será, de fato, uma potência olímpica, enquanto houver essas disparidades. É irracional. Desumano até.
Culpa de todos
A própria mídia é responsável por esse tipo de aberração, quando eleva ao Olimpo o futebol e se esquece de outras modalidades esportivas, também importantes e interessantes. É preciso que deixemos de ser cabeças de bagre e nos transformemos em tubarões. Chega de complexo de vira-latas.
A última de hoje
O ostracismo, a obscuridade e a indiferença do povo são as piores das punições que um político pode receber. A Justiça é apenas um detalhe, que vai impor ao ímprobo sua própria condição de falência de caráter.
Difícil não falar sobre a política nesse período de tensão eleitoral. Interessante salientar, também, algumas inovações, que vão do superman ao enfermeiro do povo e por aí afora. O que me chamou a atenção, entrentanto, foi um outdoor sobre rodas, nas esquinas das ruas centrais de Limeira. Sinal fecha, lá vão as moças empurrando o carrinho pela faixa de pedestre. Sinal prestes a abrir e elas invertem a posição. Será que poderíamos chamar de "wheeldoor".
Decepção pura
O primeiro debate televisivo entre os candidatos a prefeito, promovido pela TV Jornal, foi perfeito do ponto de vista da mídia TV. Cenário sóbrio, apresentação consistente e regras claras. O que deixou a desejar foi uma participação mais efetiva dos quatro candidatos. Nenhum deles, em algum momento, respondeu com clareza às perguntas feitas. Viajaram à estratosfera com propostas dignas de arrepios. Algumas tentativas de provocação morreram na própria provocação.
Não engrenou
Espera-se, no mínimo, que o horário eleitoral gratuito, no rádio e na TV, possa provocar alguma mudança no panorama eleitoral mostrado pelos resultados da pequisa Gazeta-Limite Consultoria, sobre o altíssimo índice de votos brancos e nulos principalmente nos cenários de segundo turno. A população está definitivamente cansada e desiludida com a política e seus representantes. É preciso recuper no cidadão sua vontade de participar.
Um outro foco
Só para variar um pouco. Li e fiquei estarrecido com a notícia veiculada nesta semana sobre a premiação dos jogadores de futebol, caso conquistem uma medalha de ouro na Olimpíada: R$ 180 mil para cada atleta. E nossos verdadeiros medalhas de ouro, a judoca Sarah Menezes e o ginasta Arthur Zanetti? Quanto ganharam ou vão ganhar? Nunca o Brasil será, de fato, uma potência olímpica, enquanto houver essas disparidades. É irracional. Desumano até.
Culpa de todos
A própria mídia é responsável por esse tipo de aberração, quando eleva ao Olimpo o futebol e se esquece de outras modalidades esportivas, também importantes e interessantes. É preciso que deixemos de ser cabeças de bagre e nos transformemos em tubarões. Chega de complexo de vira-latas.
A última de hoje
O ostracismo, a obscuridade e a indiferença do povo são as piores das punições que um político pode receber. A Justiça é apenas um detalhe, que vai impor ao ímprobo sua própria condição de falência de caráter.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Sem unanimidade; muito menos convencimento
Sem querer entrar no mérito daquela conhecida frase do jornalista, teatrólogo e comentarista esportivo, Nelson Rodrigues, de que "toda unanimidade é burra", que por si só é um belo jogo de palavras, com conceitos para vários entendimentos e com mais utilidades que o bombril, é preciso traçar um parâmetro para essa chamada burrice coletiva, muitas vezes mal-entendida. Concordar com tudo ou com todos nem sempre é sinal de esperteza. Porém, avaliar essa concordância como algo danoso ou discrepante da realidade também é falta de entendimento sobre as relações humanas. Vamos lembrar que Nelson Rodrigues, apesar de sua genialidade e importante e vasta obra literária, não era unanimidade e daí, talvez, sua contestação aos próprios críticos. Enfim, vale pela análise que pretendo fazer a partir de agora.
Lembremos que a seleção brasileira de 1982, comandada por Telê Santana, era uma unanimidade. Deu no que todos viram. Em 2008, senão unânime, Sílvio Félix (PDT) bateu próximo a ela, em sua reeleição. O resultado assistimos entre novembro de 2011 e fevereiro de 2012. Dois exemplos marcantes. Um para a consciência nacional e outro para a local. Um pelo esporte e outro para a política, para citar duas áreas de difícil discussão. Na religião, nunca houve essa unanimidade.
Por isso, a revelação feita no domingo, pela pesquisa Gazeta-Limite Consultoria, não me assustou e nem me surpreendeu. O resultado de mais essa amostragem, agora com a definição de todos os candidatos sacramentada, bate em tudo com a leitura que venho fazendo da política local de algum tempo para cá. Porém, sem nunca externá-la publicamente. Até mesmo na questão dos votos brancos e nulos, que bate o segundo lugar do democrata Eliseu Daniel, tenho acertado. Evidente que sem números, pois não tenho como fazer uma medição da precisão de uma pesquisa técnica, como a realizada pela Limite e divulgada aqui nesta Gazeta.
Trata-se, com o porcentual de votos brancos e nulos totalizado, de um quadro de total indefinição, de rejeição e até mesmo protesto, ao que foi apresentado até aqui. E vale como sinal amarelo, já no laranja e que pode chegar rapidamente ao vermelho a todos os candidatos, dando o seguinte recado: os eleitores ainda não estão convencidos de que vocês merecem uma atenção maior e estão à espera de uma definição de propostas e programas de governo. E, principalmente, de transparência, integridade e honestidade com a sociedade limeirense, que deu uma resposta forte aos desmandos, ao pressionar os vereadores, exigindo a cassação de Félix. Uma mobilização real e democrática, que se apresenta, agora, sobre um número: 22,3%. Justamente daqueles que votarão branco ou nulo dia 7 de outubro. Quintal, do PSD, tem 24% e Eliseu Daniel, aparece com 21,1%. É um resultado representativo e preocupante. Indica um descontentamento temperado com descrédito, que pode até assustar alguns, porém é efetivo. Com o desenrolar da campanha e a entrada da propaganda eleitoral gratuita, no rádio e na TV, esse quadro pode mudar. Até para pior, conforme mostra pesquisa que a Gazeta publica hoje. Fica, porém, um alerta e um recado claros, de que essa resposta contém um significado. E são os próprios candidatos que devem entendê-lo.
Lembremos que a seleção brasileira de 1982, comandada por Telê Santana, era uma unanimidade. Deu no que todos viram. Em 2008, senão unânime, Sílvio Félix (PDT) bateu próximo a ela, em sua reeleição. O resultado assistimos entre novembro de 2011 e fevereiro de 2012. Dois exemplos marcantes. Um para a consciência nacional e outro para a local. Um pelo esporte e outro para a política, para citar duas áreas de difícil discussão. Na religião, nunca houve essa unanimidade.
Por isso, a revelação feita no domingo, pela pesquisa Gazeta-Limite Consultoria, não me assustou e nem me surpreendeu. O resultado de mais essa amostragem, agora com a definição de todos os candidatos sacramentada, bate em tudo com a leitura que venho fazendo da política local de algum tempo para cá. Porém, sem nunca externá-la publicamente. Até mesmo na questão dos votos brancos e nulos, que bate o segundo lugar do democrata Eliseu Daniel, tenho acertado. Evidente que sem números, pois não tenho como fazer uma medição da precisão de uma pesquisa técnica, como a realizada pela Limite e divulgada aqui nesta Gazeta.
Trata-se, com o porcentual de votos brancos e nulos totalizado, de um quadro de total indefinição, de rejeição e até mesmo protesto, ao que foi apresentado até aqui. E vale como sinal amarelo, já no laranja e que pode chegar rapidamente ao vermelho a todos os candidatos, dando o seguinte recado: os eleitores ainda não estão convencidos de que vocês merecem uma atenção maior e estão à espera de uma definição de propostas e programas de governo. E, principalmente, de transparência, integridade e honestidade com a sociedade limeirense, que deu uma resposta forte aos desmandos, ao pressionar os vereadores, exigindo a cassação de Félix. Uma mobilização real e democrática, que se apresenta, agora, sobre um número: 22,3%. Justamente daqueles que votarão branco ou nulo dia 7 de outubro. Quintal, do PSD, tem 24% e Eliseu Daniel, aparece com 21,1%. É um resultado representativo e preocupante. Indica um descontentamento temperado com descrédito, que pode até assustar alguns, porém é efetivo. Com o desenrolar da campanha e a entrada da propaganda eleitoral gratuita, no rádio e na TV, esse quadro pode mudar. Até para pior, conforme mostra pesquisa que a Gazeta publica hoje. Fica, porém, um alerta e um recado claros, de que essa resposta contém um significado. E são os próprios candidatos que devem entendê-lo.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
No cardápio do mês, o mensalão na mesa do STF
Ninguém, em sã - e insana também - consciência espera outro resultado a não ser a condenação dos réus do chamado mensalão do PT, prática que ficou nacionalmente conhecida após o canto do tenor Roberto Jefferson (PTB), que disparou e atingiu com tiros certeiros figuras carimbadas da direção petista e parlamentares de outros partidos também. Mensalão - que ainda não tinha esse nome - que vem dos tempos do governo do peessedebista FHC, quando houve muito dinheiro correndo para a aprovação da proposta de reeleição para o cargo de presidente, coincidentemente o próprio tucano. E por tabela dos demais cargos executivos: prefeitos e governadores. Prática também de outro tucano, o então governador mineiro, hoje senador, Eduardo Azeredo. O clamor popular, e com razão, pede a condenação dessa prática de corrupção que se instalou nos gabinetes governamentais (não há santo e nem inocentes nessa história) e punição aos seus praticantes. Os ministros da Suprema Corte têm nas mãos a chance histórica de mandar alguns colarinhos brancos à cadeia. E dar um basta à impunidade.
Hipocrisias à parte
É preciso dar um basta, também, a alguns comportamentos hipócritas de lavar apenas a roupa-suja dos outros, esquecendo-se de limpar a própria primeiro. Muito comum àqueles que bafejam seriedade e ética, sem levar em consideração essas duas características que qualificam o ser humano. Espera-se que ao passar a limpo esse triste período da nossa história, o STF abra precedentes para novas punições.
Mensalões atuais
Como bem escreveu na revista IstoÉ desta semana, o jornalista e colunista Leonardo Attuch, os mensalões continuam. Se na era FHC, pagou-se para garantir sua reeleição e na de Lula, por apoio parlamentar, hoje não se paga em dinheiro. Paga-se com cargos de primeiro, segundo e terceiro escalões. Uma prática que não isenta nenhum partido ou ideologia. Nem tucanos; nem petistas. Um dia isso acaba.
A prática é danosa
De qualquer forma, esse tipo de atividade arraigada na cultura política nacional, tem muito a ver conosco, cidadãos e eleitores, quando elegemos ou reelegemos muitos dos envolvidos em ações nada republicanas. Da privataria emplumada aos mensaleiros vermelhos. É evidente que nenhum dos lados admite esses delizes, disparando contra os adversários. Mais uma vez - e é sempre bom lembrar - o poder de acabar com tudo isso está em nossas mãos, quando estivermos teclando nas urnas eletrônicas os números de nossa preferência. Sempre foi e sempre será assim. Basta que façamos a escolha acertada. E não a menos pior como pregam alguns, quando defendem o chamado voto útil, pois voto útil é aquele que elege sempre o melhor.
Redes sem peixes
Ainda é cedo para uma avaliação, mas a campanha eleitoral pelas redes sociais anda apagada. Os candidatos não estão sabendo usar essa importante ferramenta. É preciso explorá-las, trazendo propostas e programas de governo; fomentando debates, não banners destinados a cartazes ou outras mídias, como a impressa. Não adianta repetir no monitor do computador o que está impresso em jornais. Os marqueteiros, parece-me, estão sofrendo de falta de criatividade. Vamos aguardar.
Um sabor amargo
Nas primeiras sessões mais sérias da CPI da Merenda, o esquema iniciado em 2005 levou um xeque-mate. Como sempre esteve desde o primeiro momento. Tudo o que as merendeiras, motoristas e o Conselho de Alimentação Escolar estão denunciando agora já era de conhecimento de todos. Menos da então base governista de Silvio Félix, que sempre o protegeu. A comida estragada na boca das crianças limeirenses nunca esteve no cardápio dos parlamentares que sustentavam o prefeito cassado, nem na mesa do então secretário da Educação, Antonio Montesano Neto e nem na do próprio Félix. Deixaram passar carne sebosa por filé mignon, sem o mínimo pudor. Sem nenhuma vergonha.
Antes tarde, que...
...nunca. Uma pena as merendeiras e todos os profissionais que gravitavam em torno dessa merenda não tenham tido coragem de denunciar antes. Teriam prestado um serviço e tanto à comunidade e à saúde das crianças.
Desrespeito total
Tudo isso porque os próprios vereadores da primeira CPI ( de maioria governista) tiveram nas mãos - e na consciência - uma oportunidade anterior para desvendar essa verdadeira - e até então - caixa-preta e preferiram contemporizar. Foram omissos, ausentes e coniventes. Deram na boca, e com colher, comida estragada a muitas crianças da rede municipal de ensino. Será que conseguem conviver com isso sem conflitos? Duvido.
Pergunta rápida
Qual mensalão custou mais caro ao País, o de FHC e sua reeleição ou o de Lula para seu apoio parlamentar no Congresso?
E dinheiro é tudo
É fácil notar, em Limeira, o poder da campanha de cada prefeiturável. Refletem, em todos os requisitos, o patrimônio financeiro declarado por eles. A ostentação é revelada pelos comitês dos candidatos e sua logística. Ninguém consegue esconder. Nem que tente.
Para não esquecer
Enquanto o grande patrocínio esportivo morre nas mãos dos cabeças-de-bagre do futebol, nunca o Brasil conseguirá se transformar num tubarão olímpico.
Frase da semana
"Eu orava quando uma criança vomitava". Da merendeira Fátima de Araújo Rozendo, em depoimento à CPI da Merenda, sobre a qualidade da comida servida pela empresa terceirizada. Na Gazeta de Limeira, sexta-feira, dia 3.
Hipocrisias à parte
É preciso dar um basta, também, a alguns comportamentos hipócritas de lavar apenas a roupa-suja dos outros, esquecendo-se de limpar a própria primeiro. Muito comum àqueles que bafejam seriedade e ética, sem levar em consideração essas duas características que qualificam o ser humano. Espera-se que ao passar a limpo esse triste período da nossa história, o STF abra precedentes para novas punições.
Mensalões atuais
Como bem escreveu na revista IstoÉ desta semana, o jornalista e colunista Leonardo Attuch, os mensalões continuam. Se na era FHC, pagou-se para garantir sua reeleição e na de Lula, por apoio parlamentar, hoje não se paga em dinheiro. Paga-se com cargos de primeiro, segundo e terceiro escalões. Uma prática que não isenta nenhum partido ou ideologia. Nem tucanos; nem petistas. Um dia isso acaba.
A prática é danosa
De qualquer forma, esse tipo de atividade arraigada na cultura política nacional, tem muito a ver conosco, cidadãos e eleitores, quando elegemos ou reelegemos muitos dos envolvidos em ações nada republicanas. Da privataria emplumada aos mensaleiros vermelhos. É evidente que nenhum dos lados admite esses delizes, disparando contra os adversários. Mais uma vez - e é sempre bom lembrar - o poder de acabar com tudo isso está em nossas mãos, quando estivermos teclando nas urnas eletrônicas os números de nossa preferência. Sempre foi e sempre será assim. Basta que façamos a escolha acertada. E não a menos pior como pregam alguns, quando defendem o chamado voto útil, pois voto útil é aquele que elege sempre o melhor.
Redes sem peixes
Ainda é cedo para uma avaliação, mas a campanha eleitoral pelas redes sociais anda apagada. Os candidatos não estão sabendo usar essa importante ferramenta. É preciso explorá-las, trazendo propostas e programas de governo; fomentando debates, não banners destinados a cartazes ou outras mídias, como a impressa. Não adianta repetir no monitor do computador o que está impresso em jornais. Os marqueteiros, parece-me, estão sofrendo de falta de criatividade. Vamos aguardar.
Um sabor amargo
Nas primeiras sessões mais sérias da CPI da Merenda, o esquema iniciado em 2005 levou um xeque-mate. Como sempre esteve desde o primeiro momento. Tudo o que as merendeiras, motoristas e o Conselho de Alimentação Escolar estão denunciando agora já era de conhecimento de todos. Menos da então base governista de Silvio Félix, que sempre o protegeu. A comida estragada na boca das crianças limeirenses nunca esteve no cardápio dos parlamentares que sustentavam o prefeito cassado, nem na mesa do então secretário da Educação, Antonio Montesano Neto e nem na do próprio Félix. Deixaram passar carne sebosa por filé mignon, sem o mínimo pudor. Sem nenhuma vergonha.
Antes tarde, que...
...nunca. Uma pena as merendeiras e todos os profissionais que gravitavam em torno dessa merenda não tenham tido coragem de denunciar antes. Teriam prestado um serviço e tanto à comunidade e à saúde das crianças.
Desrespeito total
Tudo isso porque os próprios vereadores da primeira CPI ( de maioria governista) tiveram nas mãos - e na consciência - uma oportunidade anterior para desvendar essa verdadeira - e até então - caixa-preta e preferiram contemporizar. Foram omissos, ausentes e coniventes. Deram na boca, e com colher, comida estragada a muitas crianças da rede municipal de ensino. Será que conseguem conviver com isso sem conflitos? Duvido.
Pergunta rápida
Qual mensalão custou mais caro ao País, o de FHC e sua reeleição ou o de Lula para seu apoio parlamentar no Congresso?
E dinheiro é tudo
É fácil notar, em Limeira, o poder da campanha de cada prefeiturável. Refletem, em todos os requisitos, o patrimônio financeiro declarado por eles. A ostentação é revelada pelos comitês dos candidatos e sua logística. Ninguém consegue esconder. Nem que tente.
Para não esquecer
Enquanto o grande patrocínio esportivo morre nas mãos dos cabeças-de-bagre do futebol, nunca o Brasil conseguirá se transformar num tubarão olímpico.
Frase da semana
"Eu orava quando uma criança vomitava". Da merendeira Fátima de Araújo Rozendo, em depoimento à CPI da Merenda, sobre a qualidade da comida servida pela empresa terceirizada. Na Gazeta de Limeira, sexta-feira, dia 3.
E como estava...
...ficou. A não ser pelo avanço, ainda insípido, pelas redes sociais, os candidatos a prefeito e vereador estão cautelosos às eleições de outubro. O clima, que parecia esquentar, ficou frio novamente, talvez aguardando o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, a partir de 28 de agosto. Os acontecimentos que culminaram com a cassação de Silvio Félix (PDT), em fevereiro, deixou o pleito de 2012 atípico. Pode até ser que esquente. O inverno continua.
Só os cavaletes
O que se vê entre os prefeituráveis, até o momento, são as tradicionais e incômodas propagandas sobre pernas nas praças, ruas e avenidas. Os populares cavaletes. Muito photoshop e pouca mensagem programática. Espero que não seja a tônica até a realização do primeiro turno, em 7 de outubro. Se for, pobre Limeira.
Sem novidades
A situação eleitoral em Limeira não traz novidades expressivas. Nenhum candidato pode se anunciar como novo ou renovação, como gostam de propagar. Espera-se, entretanto, um eleitor mais atento, que não se deixe levar por bons-mocismos e nem por simpatias a imagens artificiais. A mobilização que movimentou Limeira de novembro de 2011 a fevereiro deste ano não pode se perder nas conhecidas promessas, que não trazem compromissos sérios com a comunidade.
É muito pouco
A Lei da Ficha Limpa ainda não é tão abrangente como gostaríamos. Há muito ficha-suja concorrendo e livre para continuar emporcalhando a política. Os que já foram pegos, que aprendam a lição. Se é que entenderam o recado.
A fé explorada
Manhã de domingo em Limeira. Entre 10h e 10h30, procurando vaga para estacionar na Carlos Gomes ou Dr. Trajano na quadra do Bradesco. Impossível. Culto evangélico repleto. Após a terceira volta pelo quarteirão, ao estacionar, percebi que os fiéis que deixavam o templo estavam todos com "santinhos" nas mãos. E um veículo com propaganda eleitoral no local. Triste a utilização da fé popular para alcançar objetivos pessoais. Vamos ter muito disso ainda até outubro.
A última de hoje
De volta. E por coincidência, no primeiro dia de agosto. O mês dos ventos e na tradição popular do cachorro louco. E uma tradição que não quer deixar o limeirense em paz: caos no trânsito. Semáforos não sincronizados. E tudo continua na mesma. Quem sabe em 2013 isso muda. A esperança é a última trincheira. Sempre.
...ficou. A não ser pelo avanço, ainda insípido, pelas redes sociais, os candidatos a prefeito e vereador estão cautelosos às eleições de outubro. O clima, que parecia esquentar, ficou frio novamente, talvez aguardando o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, a partir de 28 de agosto. Os acontecimentos que culminaram com a cassação de Silvio Félix (PDT), em fevereiro, deixou o pleito de 2012 atípico. Pode até ser que esquente. O inverno continua.
Só os cavaletes
O que se vê entre os prefeituráveis, até o momento, são as tradicionais e incômodas propagandas sobre pernas nas praças, ruas e avenidas. Os populares cavaletes. Muito photoshop e pouca mensagem programática. Espero que não seja a tônica até a realização do primeiro turno, em 7 de outubro. Se for, pobre Limeira.
Sem novidades
A situação eleitoral em Limeira não traz novidades expressivas. Nenhum candidato pode se anunciar como novo ou renovação, como gostam de propagar. Espera-se, entretanto, um eleitor mais atento, que não se deixe levar por bons-mocismos e nem por simpatias a imagens artificiais. A mobilização que movimentou Limeira de novembro de 2011 a fevereiro deste ano não pode se perder nas conhecidas promessas, que não trazem compromissos sérios com a comunidade.
É muito pouco
A Lei da Ficha Limpa ainda não é tão abrangente como gostaríamos. Há muito ficha-suja concorrendo e livre para continuar emporcalhando a política. Os que já foram pegos, que aprendam a lição. Se é que entenderam o recado.
A fé explorada
Manhã de domingo em Limeira. Entre 10h e 10h30, procurando vaga para estacionar na Carlos Gomes ou Dr. Trajano na quadra do Bradesco. Impossível. Culto evangélico repleto. Após a terceira volta pelo quarteirão, ao estacionar, percebi que os fiéis que deixavam o templo estavam todos com "santinhos" nas mãos. E um veículo com propaganda eleitoral no local. Triste a utilização da fé popular para alcançar objetivos pessoais. Vamos ter muito disso ainda até outubro.
A última de hoje
De volta. E por coincidência, no primeiro dia de agosto. O mês dos ventos e na tradição popular do cachorro louco. E uma tradição que não quer deixar o limeirense em paz: caos no trânsito. Semáforos não sincronizados. E tudo continua na mesma. Quem sabe em 2013 isso muda. A esperança é a última trincheira. Sempre.
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