Os votos foram de paz, esperança, felicidade e prosperidade. Mas o ano de 2010 começou sobre o signo da tragédia para milhares de famílias. Tragédia provocada pela força da natureza, que não perdoa as ofensas do homem, marcadas principalmente pela ganância e pelo imediatismo de suas ações, que não têm vista para o futuro. Que não contempla as gerações que virão. Uma herança que teima em não fazer parte de nenhum testamento. Por mais importante e valiosa que seja.
E nesses “milhares de famílias” não estou incluindo apenas a catástrofe acontecida em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, que foi a mais midiática e comoveu pelas histórias. A abrangência é muito maior e começa bem antes da virada do ano, no Jardim Pantanal, na cidade de São Paulo, até chegar ao interior e bem próximo de nós, no município de Capivari, que vem sofrendo desde o mês de dezembro com as fortes e contínuas chuvas, que estão desalojando, desabrigando e matando, sem dó nem piedade. E tantos outros como Guararema, São Luís do Paraitinga e Cunha. Só para citar os casos mais recentes no Estado de São Paulo.
Enquanto a Conferência para o Clima na Dinamarca, a COP15, discutia o sexo dos anjos e não chegava a nenhuma decisão para amenizar as investidas criminosas do ser humano ao meio ambiente - que vem causando o descontrole climático e essas mudanças bruscas no tempo -, municípios inteiros já estavam ilhados, levando desespero e tristeza a centenas de milhares de famílias, que perderam tudo o que tinham, ficando apenas com a roupa do corpo. E casas inteiras que ficaram debaixo d’água. Algumas por estarem próximas de zonas ribeirinhas e outras pela falta de investimento público em saneamento, que não contempla ações e políticas sociais para a prevenção de enchentes. Não dá votos. São obras que não aparecem, mas de grande alcance por tudo o que podem definitivamente evitar.
O caso mais emblemático é o do Jardim Pantanal, na Zona Leste da capital paulista. Localizado na várzea do Rio Tiete fica difícil imaginar como loteadores conseguem licença e autorização para comercializar áreas e terrenos nessas regiões, tornando o sonho da casa própria em pesadelo de se ver, de repente, sem nada. E o irreparável dano à auto-estima, além da perda financeira, pelo dinheiro investido. Com aval da especulação imobiliária e chancelado por prefeituras, que não enxergam problemas, apenas ai soma do IPTU arrecadado dos novos contribuintes. Um desenvolvimento, a qualquer preço, que não se ajusta à sustentabilidade.
Esse é o tipo de desaforo que a natureza não aceita. Como não deixa impune, também, agressões praticadas como aquelas nas encostas de Ilha Grande, que do fomento ao turismo em áreas paradisíacas e selvagens acabam por se transformar na dor daqueles que queriam apenas desfrutar dessas belezas naturais. São pequenos exemplos, que vão se transformando em grandes desgraças. E se multiplicando. Por aqui e além-mar. O futuro pouco importa!
Antonio Claudio Bontorim
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Amanhã é 2010!
Como passou rápido. Entre acertos, desacertos, gafes e pérolas, a maioria de nós - jornalistas - saiu ilesa das “trombadas” diárias com alguns personagens, que desacostumados à democracia, tentam subverter a ordem da liberdade, enveredando pelo espinhoso caminho da censura. E lá se vai mais um ano...
A pérola do ano
Coube aos vereadores situacionistas baseados na CPI do Fantasma o maior “fora” que se tem notícia na política local. Mesmo a despeito das provas apresentadas, contradições dos depoentes e evidências claras de irregularidades, o relatório final da CPI foi um primor de incongruências, “não encontrando” nada que desabonasse nenhuma conduta de qualquer parte. Tanto da Prefeitura como dos “ectoplasmas” encontrados pelos corredores dos casarões mal-assombrados da municipalidade.
Pode reclamar...
...com o bispo. Esse velho ditado popular vale de fato para Limeira. Pois foi dele, bispo, e da Diocese local, a notícia do ano. A tentativa de censurar, via Justiça, a imprensa limeirense sobre o caso das transferências dos padres, por dom Vilson Dias de Oliveira e padre Reynaldo Ferreira de Mello, foi uma bomba. Não explodiu devido à sabedoria e imparcialidade do juiz Rilton José Domingues, que não só não acatou o pedido de liminar como extinguiu a ação, devido a sua inconsistência, pois não havia, nas reportagens e colunas, ataques, ofensas, calúnias, difamações ou injúrias. A censura é odiosa, sob qualquer aspecto.
Olhos vendados
Para quem deseja saber um pouco mais e ler uma análise real e inquestionável sobre toda essa polêmica religiosa, vou sugerir o artigo “Tirai a trave dos teus olhos”, do diretor desta Gazeta, Roberto Lucato, no seu Ponto Um do último dia 24 de dezembro. Para quem não teve acesso à edição impressa, pode acessar o site da Gazeta de Limeira - www.gazetadelimeira.com.br -, que está lá. Espera-se, agora, que o bispo também não censure os fiéis descontentes e proíba as manifestações contrárias às suas idéias. Como existe também, e muitas, favoráveis às suas decisões. É uma questão de saber conviver com os dois lados. Só!
O ponto positivo
A consolidação do Parque da Cidade, como área de lazer e caminhadas, merece mais que elogios. Tanto para a administração municipal, que bancou a iniciativa, como para a população que está sabendo usar o local. É uma pena que alguns vândalos não entendam assim e continuem a depredar aquele patrimônio, que é de todos. E uma sugestão: mais parques dessa natureza poderiam ser construídos em Limeira.
Feliz Ano Novo
Esta é minha última coluna de 2009. Ao longo deste ano gostaria de agradecer àqueles que entenderam meus elogios, minhas críticas e me apoiaram. E principalmente àqueles que, despreparados para o exercício da liberdade de imprensa, procuraram de uma forma ou de outra interferir no meu livre arbítrio, pois são esses que nos dão mais força ainda para continuarmos nessa árdua batalha por um jornalismo livre e responsável. Seus argumentos não se sustentam. E que venha 2010. E, com ele, quem sabe uma luz para que todos nós entendamos, definitivamente, que somos agentes multiplicadores da paz, da prosperidade e da igualdade. E não pregoeiros da desordem. Um ótimo 2010 para todos!
Eu recomendo
Um filme interessante. E que mostra até onde pode chegar a paciência de um cidadão. Estou falando de Um Dia de Fúria (Falling Down), de 1993. Dirigido por Joel Schumacher, esse drama misturado com policial e suspense tem 113 minutos e produção franco-americana. Retrata a história de um homem desempregado, que chega ao seu limite num dia durante um congestionamento e resolve combater a escória da sociedade ele mesmo e do detetive que estava para se aposentar e tem a missão de encontrá-lo e capturá-lo na imensa Los Angeles. No elenco traz Michael Douglas, Robert Duvall, Barbara Hershey e Tuesday Weld, entre outros.
Antonio Claudio Bontorim
Como passou rápido. Entre acertos, desacertos, gafes e pérolas, a maioria de nós - jornalistas - saiu ilesa das “trombadas” diárias com alguns personagens, que desacostumados à democracia, tentam subverter a ordem da liberdade, enveredando pelo espinhoso caminho da censura. E lá se vai mais um ano...
A pérola do ano
Coube aos vereadores situacionistas baseados na CPI do Fantasma o maior “fora” que se tem notícia na política local. Mesmo a despeito das provas apresentadas, contradições dos depoentes e evidências claras de irregularidades, o relatório final da CPI foi um primor de incongruências, “não encontrando” nada que desabonasse nenhuma conduta de qualquer parte. Tanto da Prefeitura como dos “ectoplasmas” encontrados pelos corredores dos casarões mal-assombrados da municipalidade.
Pode reclamar...
...com o bispo. Esse velho ditado popular vale de fato para Limeira. Pois foi dele, bispo, e da Diocese local, a notícia do ano. A tentativa de censurar, via Justiça, a imprensa limeirense sobre o caso das transferências dos padres, por dom Vilson Dias de Oliveira e padre Reynaldo Ferreira de Mello, foi uma bomba. Não explodiu devido à sabedoria e imparcialidade do juiz Rilton José Domingues, que não só não acatou o pedido de liminar como extinguiu a ação, devido a sua inconsistência, pois não havia, nas reportagens e colunas, ataques, ofensas, calúnias, difamações ou injúrias. A censura é odiosa, sob qualquer aspecto.
Olhos vendados
Para quem deseja saber um pouco mais e ler uma análise real e inquestionável sobre toda essa polêmica religiosa, vou sugerir o artigo “Tirai a trave dos teus olhos”, do diretor desta Gazeta, Roberto Lucato, no seu Ponto Um do último dia 24 de dezembro. Para quem não teve acesso à edição impressa, pode acessar o site da Gazeta de Limeira - www.gazetadelimeira.com.br -, que está lá. Espera-se, agora, que o bispo também não censure os fiéis descontentes e proíba as manifestações contrárias às suas idéias. Como existe também, e muitas, favoráveis às suas decisões. É uma questão de saber conviver com os dois lados. Só!
O ponto positivo
A consolidação do Parque da Cidade, como área de lazer e caminhadas, merece mais que elogios. Tanto para a administração municipal, que bancou a iniciativa, como para a população que está sabendo usar o local. É uma pena que alguns vândalos não entendam assim e continuem a depredar aquele patrimônio, que é de todos. E uma sugestão: mais parques dessa natureza poderiam ser construídos em Limeira.
Feliz Ano Novo
Esta é minha última coluna de 2009. Ao longo deste ano gostaria de agradecer àqueles que entenderam meus elogios, minhas críticas e me apoiaram. E principalmente àqueles que, despreparados para o exercício da liberdade de imprensa, procuraram de uma forma ou de outra interferir no meu livre arbítrio, pois são esses que nos dão mais força ainda para continuarmos nessa árdua batalha por um jornalismo livre e responsável. Seus argumentos não se sustentam. E que venha 2010. E, com ele, quem sabe uma luz para que todos nós entendamos, definitivamente, que somos agentes multiplicadores da paz, da prosperidade e da igualdade. E não pregoeiros da desordem. Um ótimo 2010 para todos!
Eu recomendo
Um filme interessante. E que mostra até onde pode chegar a paciência de um cidadão. Estou falando de Um Dia de Fúria (Falling Down), de 1993. Dirigido por Joel Schumacher, esse drama misturado com policial e suspense tem 113 minutos e produção franco-americana. Retrata a história de um homem desempregado, que chega ao seu limite num dia durante um congestionamento e resolve combater a escória da sociedade ele mesmo e do detetive que estava para se aposentar e tem a missão de encontrá-lo e capturá-lo na imensa Los Angeles. No elenco traz Michael Douglas, Robert Duvall, Barbara Hershey e Tuesday Weld, entre outros.
Antonio Claudio Bontorim
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
2010? Então feliz 2011!
Na próxima terça-feira, quando voltarei a publicar um novo artigo neste espaço, estaremos no ano-novo. Ano emblemático. O último da primeira década do Século XXI e também de eleições - quase gerais - por aqui. Se virou ideia corrente que o ano no Brasil só começa depois do carnaval e como será eminentemente político, seu início de fato deve acontecer apenas depois do pleito que vai eleger deputados (estaduais e federais), senadores, governadores e presidente da República, em outubro. Após o segundo turno. Onde houver. Então será hora de preparação para os festejos de Natal e fim de ano. Pronto! Lá se foi 2010...
Pode até parecer conversa de louco, mas não é não! Basta lembrar que em abril começa a vigorar o calendário político oficial estipulado pela legislação eleitoral , aquele que deve ser cumprido pelos candidatos (os que terão seus nomes e fotos estampados na urna eletrônica). Março, portanto, e sob o signo da Quaresma cristã, passa a ser o único mês inteiro. Novembro e dezembro acabarão sendo diluídos entre os festejos dos eleitos e a figura comercial do Papai Noel.
Fácil de entender! O difícil é compreender tamanha discrepância entre a realidade e esse mundo criado pelos políticos, feito uma verdadeira Torre de Babel, porém corporativo na hora de repartir os dividendos, sejam eles da esquerda, da direita, do centro e de tantas outras direções, que contemplam as mais diferentes ideologias. E a nós, simples mortais, cidadãos e contribuintes, os verdadeiros patrões dessa turba de intocáveis e que bancamos suas conveniências, pouco ou quase nada nos é dado como retorno. Um lucro não repartido a não ser entre essa privilegiada confraria. Mesmo que entre socos e beijos; tapas e abraços.
Essa é uma reflexão importante em ano eleitoral, no qual tudo se converge para umbigos e vaidades. E uma constatação da perversa disparidade que existe entre o mundo real - aquele que trabalha para construir - e o imaginário improdutivo desses políticos. E se nesse período batemos sempre na mesma tecla, esmurramos sempre as mesmas facas pontiagudas e chamamos a atenção para temas recorrentes, é para trazer o eleitor à consciência, provocar nele um tsunami de princípios e despertá-lo para a difícil procura de uma “agulha no palheiro” entre o amontoado de candidatos e números que aparecerão seguidos por currículos quase sempre hilários, com promessas nunca compridas. Ou como Diógenes, que de lanterna em punho em plena luz do dia, vivia à procura de um homem honesto.
Mais uma vez assistiremos a um desfile de personalidades benevolentes, com “invejáveis” folhas de serviços prestados à coletividade e extremamente compromissadas com o povo. Até a apuração do último voto. Depois, tais quais ostras, vão se fechar em suas conchas para se fartarem no banquete da hipocrisia. O ano de 2010 já bate às portas. É preciso precaver-se na hora de confirmar o “sim” na urna eletrônica. Então, para não perder tempo com um ano que não teremos, um feliz 2011.
Antonio Claudio Bontorim
Pode até parecer conversa de louco, mas não é não! Basta lembrar que em abril começa a vigorar o calendário político oficial estipulado pela legislação eleitoral , aquele que deve ser cumprido pelos candidatos (os que terão seus nomes e fotos estampados na urna eletrônica). Março, portanto, e sob o signo da Quaresma cristã, passa a ser o único mês inteiro. Novembro e dezembro acabarão sendo diluídos entre os festejos dos eleitos e a figura comercial do Papai Noel.
Fácil de entender! O difícil é compreender tamanha discrepância entre a realidade e esse mundo criado pelos políticos, feito uma verdadeira Torre de Babel, porém corporativo na hora de repartir os dividendos, sejam eles da esquerda, da direita, do centro e de tantas outras direções, que contemplam as mais diferentes ideologias. E a nós, simples mortais, cidadãos e contribuintes, os verdadeiros patrões dessa turba de intocáveis e que bancamos suas conveniências, pouco ou quase nada nos é dado como retorno. Um lucro não repartido a não ser entre essa privilegiada confraria. Mesmo que entre socos e beijos; tapas e abraços.
Essa é uma reflexão importante em ano eleitoral, no qual tudo se converge para umbigos e vaidades. E uma constatação da perversa disparidade que existe entre o mundo real - aquele que trabalha para construir - e o imaginário improdutivo desses políticos. E se nesse período batemos sempre na mesma tecla, esmurramos sempre as mesmas facas pontiagudas e chamamos a atenção para temas recorrentes, é para trazer o eleitor à consciência, provocar nele um tsunami de princípios e despertá-lo para a difícil procura de uma “agulha no palheiro” entre o amontoado de candidatos e números que aparecerão seguidos por currículos quase sempre hilários, com promessas nunca compridas. Ou como Diógenes, que de lanterna em punho em plena luz do dia, vivia à procura de um homem honesto.
Mais uma vez assistiremos a um desfile de personalidades benevolentes, com “invejáveis” folhas de serviços prestados à coletividade e extremamente compromissadas com o povo. Até a apuração do último voto. Depois, tais quais ostras, vão se fechar em suas conchas para se fartarem no banquete da hipocrisia. O ano de 2010 já bate às portas. É preciso precaver-se na hora de confirmar o “sim” na urna eletrônica. Então, para não perder tempo com um ano que não teremos, um feliz 2011.
Antonio Claudio Bontorim
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Atuação forte
Assim como a alta cúpula empresarial esteve em peso na sessão da Câmara da última segunda-feira, que aprovou a doação de um terreno para construção da futura sede do Ciesp, deveria participar mais de outras sessões, em especial daquelas que têm projetos de interesse ou “desinteresse” da comunidade. Pela força e representatividade que tem a categoria, essa pressão seria importante para colocar os vereadores nos seus devidos lugares, obrigando-os a pensarem mais na hora de votar e não simplesmente aprovar tudo o que é empurrado goela abaixo. Poderia ter sido assim com a questão do IPTU para terrenos, com a prorrogação do contrato de concessão do serviço de água e esgoto, nas audiências públicas, como a do orçamento do município, por exemplo, e em apoio à redução do ISS,...
Forças vivas
No caso do ISS o Ciesp se limitou a enviar uma carta de apoio ao vereador Paulo Hadich (PSB) autor do projeto de redução do imposto. Já passou da hora do empresariado participar mais das decisões políticas e marcar presença na tomada dessas decisões, deixando de lado a visão corporativa para pensar de forma coletiva. Há muito tempo, infelizmente, Limeira perdeu essa capacidade de se organizar e pressionar na busca de seu próprio destino. É preciso reacender a chama do interesse comunitário e fazer valer o poder que está nas mãos de cada um. Por que o poder, de fato, está nas mãos do cidadão. Não do político.
Conta simples
Alguém já imaginou se a Câmara de Limeira ainda pagasse o famigerado “jetom” por sessão extraordinária? Os vereadores iriam nadar nos “jetons”. Em especial neste mês de dezembro. É uma “extra” atrás da outra...haja tanto trabalho! Ontem teve mais uma. Ufa!
Quase pronta!
A Prefeitura informou, através de nota à imprensa, que a obra na Ponte Preta está na sua reta final. Só não explicou, de fato, qual o comprimento dessa reta final. Enquanto que na Praça do Museu....
Tem de sobra
A administração Félix está arrasando com a segunda edição da revista Prefeitura nos Bairros, que está bancando o “IPTU Premiado” (alguém se lembra do IPTU da Sorte, de Pejon? Também teve revista, no mesmo estilo e formato...). Papel de primeira, apresentação gráfica e editorial de excelente qualidade. E, em cada página, sobre uma obra apresentada, o mesmo slogan “Dinheiro do IPTU sendo bem investido!”. De fato...
Um Feliz Natal
Amanhã é Natal. É preciso liberar o espírito dos pensamentos ruins e das adversidades da vida e desejar a todos o mais fraterno e Santo Natal. Que a data sirva de inspiração principalmente para aqueles que carecem de mais humildade no coração. Para que compreendam o significado das palavras. Para que entendam que a palavra é uma dádiva e não pode ser desperdiçada apenas em sons sem sentido ou desconexos. Um Feliz Natal para todos. De coração e alma limpa!
Eu recomendo
O filme recomendado desta semana é Rede de Intrigas (Network), de 1976. Com a direção de Sidney Lumet, esse drama americano, que tem roteiro de Paddy Chayefsky e duração é de 121 minutos, ganhou 4 Oscar. Veja a sinopse: apresentador de TV é demitido devido sua baixa audiência. Quando seu programa ainda estava no ar, ele anuncia a demissão e avisa que irá se matar durante o programa da semana que vem. Isso faz com que o público fique extremamente curioso a passe a elevar sua audiência às alturas, devidamente aproveitada pelos responsáveis do programa. Isso faz nascer um louco profeta, em uma das mais ácidas críticas ao modo de se fazer televisão no mundo. No elenco, entre outros, estavam Robert Duvall, William Holden, Faye Dunaway e Peter Finch.
Antonio Claudio Bontorim
Assim como a alta cúpula empresarial esteve em peso na sessão da Câmara da última segunda-feira, que aprovou a doação de um terreno para construção da futura sede do Ciesp, deveria participar mais de outras sessões, em especial daquelas que têm projetos de interesse ou “desinteresse” da comunidade. Pela força e representatividade que tem a categoria, essa pressão seria importante para colocar os vereadores nos seus devidos lugares, obrigando-os a pensarem mais na hora de votar e não simplesmente aprovar tudo o que é empurrado goela abaixo. Poderia ter sido assim com a questão do IPTU para terrenos, com a prorrogação do contrato de concessão do serviço de água e esgoto, nas audiências públicas, como a do orçamento do município, por exemplo, e em apoio à redução do ISS,...
Forças vivas
No caso do ISS o Ciesp se limitou a enviar uma carta de apoio ao vereador Paulo Hadich (PSB) autor do projeto de redução do imposto. Já passou da hora do empresariado participar mais das decisões políticas e marcar presença na tomada dessas decisões, deixando de lado a visão corporativa para pensar de forma coletiva. Há muito tempo, infelizmente, Limeira perdeu essa capacidade de se organizar e pressionar na busca de seu próprio destino. É preciso reacender a chama do interesse comunitário e fazer valer o poder que está nas mãos de cada um. Por que o poder, de fato, está nas mãos do cidadão. Não do político.
Conta simples
Alguém já imaginou se a Câmara de Limeira ainda pagasse o famigerado “jetom” por sessão extraordinária? Os vereadores iriam nadar nos “jetons”. Em especial neste mês de dezembro. É uma “extra” atrás da outra...haja tanto trabalho! Ontem teve mais uma. Ufa!
Quase pronta!
A Prefeitura informou, através de nota à imprensa, que a obra na Ponte Preta está na sua reta final. Só não explicou, de fato, qual o comprimento dessa reta final. Enquanto que na Praça do Museu....
Tem de sobra
A administração Félix está arrasando com a segunda edição da revista Prefeitura nos Bairros, que está bancando o “IPTU Premiado” (alguém se lembra do IPTU da Sorte, de Pejon? Também teve revista, no mesmo estilo e formato...). Papel de primeira, apresentação gráfica e editorial de excelente qualidade. E, em cada página, sobre uma obra apresentada, o mesmo slogan “Dinheiro do IPTU sendo bem investido!”. De fato...
Um Feliz Natal
Amanhã é Natal. É preciso liberar o espírito dos pensamentos ruins e das adversidades da vida e desejar a todos o mais fraterno e Santo Natal. Que a data sirva de inspiração principalmente para aqueles que carecem de mais humildade no coração. Para que compreendam o significado das palavras. Para que entendam que a palavra é uma dádiva e não pode ser desperdiçada apenas em sons sem sentido ou desconexos. Um Feliz Natal para todos. De coração e alma limpa!
Eu recomendo
O filme recomendado desta semana é Rede de Intrigas (Network), de 1976. Com a direção de Sidney Lumet, esse drama americano, que tem roteiro de Paddy Chayefsky e duração é de 121 minutos, ganhou 4 Oscar. Veja a sinopse: apresentador de TV é demitido devido sua baixa audiência. Quando seu programa ainda estava no ar, ele anuncia a demissão e avisa que irá se matar durante o programa da semana que vem. Isso faz com que o público fique extremamente curioso a passe a elevar sua audiência às alturas, devidamente aproveitada pelos responsáveis do programa. Isso faz nascer um louco profeta, em uma das mais ácidas críticas ao modo de se fazer televisão no mundo. No elenco, entre outros, estavam Robert Duvall, William Holden, Faye Dunaway e Peter Finch.
Antonio Claudio Bontorim
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Obstáculos não vencidos
Um passo para trás. Assim deve ser entendida a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP15), encerrada na sexta-feira passada, em Copenhague, na Dinamarca, na qual sobraram propostas e faltaram duas determinações fundamentais, justamente de quem deveria tomá-las: a vontade política e o interesse social dos dois maiores poluidores do Planeta. Estados Unidos e China. Conseguiram, é bem verdade, tudo o que queriam. Empurrar para 2010 (que já se avizinha) todas as ações possíveis e imagináveis para tentar conter as sucessivas catástrofes naturais - já consequência do efeito estufa - que devastam o globo terrestre.
Para entender a relutância das duas potências não é preciso resolver equações complicadas ou buscar explicações de difícil compreensão. Tanto EUA como China não querem perder o status do domínio econômico - mesmo a despeito de toda a crise - que os isola do restante das nações na resolução de um problema, que é grave, mas que entendem que pode esperar. E não pode. Não dá mais para protelar ações para tentar reverter a tendência da deterioração do meio ambiente, causada pelo próprio homem e sua ganância diante das riquezas que lhe parecem fáceis, mas que comprometem a estabilidade climática global.
Os EUA, principalmente - e pivô da crise econômica mundial, que tenta se levantar a qualquer custo - não conseguem enxergar além desse domínio. Barack Obama, que disse que “Lula era o cara”, não conseguiu mostrar o sentido e o vanguardismo de sua eleição e faltou-lhe coragem para uma decisão mais arrojada. A China, de Hu Jintao, não quer, a despeito de seu fechado regime comunista, perder o status de país capitalista exportador, que hoje espalha sua marca por toda a Terra. Duas situações conflitantes, porém iguais na ideologia e na falta de interesse em resolver um problema gerado pelo próprio protagonismo a que se submeteram. Reduzir as emissões de gases na atmosfera significa, para estes dois países, limitar seu processo produtivo. A verdade, entretanto, não é bem essa. É preciso, antes de tudo, investir em tecnologias que permitam produções mais limpas e ambientalmente comprometidas, rumo ao desenvolvimento sustentável. Não aceitam esse desafio.
A frustração, demonstrada pelo presidente brasileiro, não é só dele. É de todos aqueles que percebem no dia a dia que as mudanças climáticas chegaram bem mais cedo que o esperado e que o risco aumenta num terrível efeito dominó. Aonde vai ou pode chegar ainda é imprevisível, porém facilmente imaginável.
O malogro nas negociações e o pífio relatório de apenas três páginas não levaram em conta, para o desespero de todos os povos, que a visível bagunça climática não poupa ninguém. Nem países pobres, em desenvolvimento ou ricos. Nem político que permite loteamentos em áreas de várzea ou o grande pecuarista que desmata e mata florestas inteiras. E até mesmo o cidadão que não sabe - ou não quer aprender - sobre a importância da reciclagem do lixo. O assunto interessa, sim, a todos!
Antonio Claudio Bontorim
Para entender a relutância das duas potências não é preciso resolver equações complicadas ou buscar explicações de difícil compreensão. Tanto EUA como China não querem perder o status do domínio econômico - mesmo a despeito de toda a crise - que os isola do restante das nações na resolução de um problema, que é grave, mas que entendem que pode esperar. E não pode. Não dá mais para protelar ações para tentar reverter a tendência da deterioração do meio ambiente, causada pelo próprio homem e sua ganância diante das riquezas que lhe parecem fáceis, mas que comprometem a estabilidade climática global.
Os EUA, principalmente - e pivô da crise econômica mundial, que tenta se levantar a qualquer custo - não conseguem enxergar além desse domínio. Barack Obama, que disse que “Lula era o cara”, não conseguiu mostrar o sentido e o vanguardismo de sua eleição e faltou-lhe coragem para uma decisão mais arrojada. A China, de Hu Jintao, não quer, a despeito de seu fechado regime comunista, perder o status de país capitalista exportador, que hoje espalha sua marca por toda a Terra. Duas situações conflitantes, porém iguais na ideologia e na falta de interesse em resolver um problema gerado pelo próprio protagonismo a que se submeteram. Reduzir as emissões de gases na atmosfera significa, para estes dois países, limitar seu processo produtivo. A verdade, entretanto, não é bem essa. É preciso, antes de tudo, investir em tecnologias que permitam produções mais limpas e ambientalmente comprometidas, rumo ao desenvolvimento sustentável. Não aceitam esse desafio.
A frustração, demonstrada pelo presidente brasileiro, não é só dele. É de todos aqueles que percebem no dia a dia que as mudanças climáticas chegaram bem mais cedo que o esperado e que o risco aumenta num terrível efeito dominó. Aonde vai ou pode chegar ainda é imprevisível, porém facilmente imaginável.
O malogro nas negociações e o pífio relatório de apenas três páginas não levaram em conta, para o desespero de todos os povos, que a visível bagunça climática não poupa ninguém. Nem países pobres, em desenvolvimento ou ricos. Nem político que permite loteamentos em áreas de várzea ou o grande pecuarista que desmata e mata florestas inteiras. E até mesmo o cidadão que não sabe - ou não quer aprender - sobre a importância da reciclagem do lixo. O assunto interessa, sim, a todos!
Antonio Claudio Bontorim
sábado, 19 de dezembro de 2009
Longa jornada...
Ainda vai longe a pendenga judicial envolvendo o prefeito Sílvio Félix (PDT), seu secretário da Educação, Antonio Montesano Neto, membros da Comissão de Licitação da Prefeitura e SP Alimentação. A cada dia novos fatos e dados alimentam (que ironia, não?) as ações do Ministério Público, que vem sendo implacável, no combate a essa terceirização. Desde o seu início. E quando Félix, para se defender, acusa gestões anteriores, ele pisa um perigoso campo minado, uma vez que precisa explicar tudo o que aconteceu até agora, em sua gestão. O que passou, é outra história e não pode servir como defesa sólida de um caso também sólido.
O troco de Kühl
“Para se defender de uma investigação e provar que está certo é preciso acusar outros? Será que para fazer o certo temos que fazer sempre de modo diferente? É impossível admitir que outras pessoas fizeram de maneira correta e que, portanto, podemos ter a grandeza de continuar fazendo do mesmo jeito? As ações são corretas quando são éticas e têm amparo legal. Independem de outra fundamentação!”. Este é o trecho final de uma nota à imprensa enviada pelo ex-prefeito Pedrinho Kühl e define bem o seu inconformismo, com a nota paga pela Prefeitura para se defender das acusações da terceirização da merenda, que vem sofrendo sucessivas ações judiciais. A nota é assinada também pela ex-secretária da Educação, Ana Terezinha Carneiro Naleto. É o direito ao contraditório!
Quase destruída!
A Bandeira Brasileira, hasteada permanentemente no marco dos 500 anos do descobrimento do Brasil, na rotatória da Hípica, está aos farrapos. A cada dia ela aparece mais desgastada. Bastante rasgada e faltando pedaços, já passou da hora de ser trocada. Afinal, está num dos pontos de maior acesso para o centro da cidade e bem visível. Longe de ser um cartão postal, revela desleixo e despreocupação das autoridades para com um dos símbolos nacionais.
Mais Área Azul
Ainda sobre os espaçosos, que usam mais que uma vaga para estacionar seus veículos, eu mesmo tive uma experiência prática dessa situação nesta semana. Ontem à tarde, no mesmo dia em que esta coluna fazia comentários sobre a falta de vagas no centro, rodei cerca de 30 minutos no quadrilátero entre as ruas Alferes Franco, Deputado Octávio Lopes, Santa Cruz e 13 de Maio, para conseguir uma vaga. Tudo porque, num espaço para cinco veículos, na Alferes, estavam estacionados apenas três. Bem folgados e espaçosos, impediam outros de ocuparem as vagas existentes.
Janeiro, o preço...
No próximo mês, área azul terá novo preço. Vai subir consideravelmente. Então, cada vaga deverá ser muito bem aproveitada. Espera-se, no mínimo, mais atenção da concessionária para com o usuário. Não é só ver se tem cartão, colocar aviso de multa, ou multar. Não! Ganhar dinheiro assim é fácil. Será que não há nenhuma espécie de responsabilidade para a Hora Park? Ou seja lá que concessionária for? É só recolher as moedas e contá-las no final da tarde? Quem pode responder?
Também no blog
A coluna Texto&Contexto está também na internet. No blog da Gazeta e pode ser acessada pelo link: http://colunatextoecontexto.blogspot.com/. Para leitura e comentários dos internautas. Quem quiser, pode me seguir também pelo Twitter. Outra ferramenta interessantíssima que a internet disponibiliza. Meu endereço é: http://twitter.com/claudiobontorim
Frase da Semana
“O meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável. E isso significa que é uma ameaça para o futuro do planeta e para os nossos países”. Gafe da ministra Dilma Rousseff, durante apresentação do plano brasileiro para o clima, em reunião do COP15 em Copenhague, Dinamarca. Na segunda-feira, 14.
Antonio Claudio Bontorim
Ainda vai longe a pendenga judicial envolvendo o prefeito Sílvio Félix (PDT), seu secretário da Educação, Antonio Montesano Neto, membros da Comissão de Licitação da Prefeitura e SP Alimentação. A cada dia novos fatos e dados alimentam (que ironia, não?) as ações do Ministério Público, que vem sendo implacável, no combate a essa terceirização. Desde o seu início. E quando Félix, para se defender, acusa gestões anteriores, ele pisa um perigoso campo minado, uma vez que precisa explicar tudo o que aconteceu até agora, em sua gestão. O que passou, é outra história e não pode servir como defesa sólida de um caso também sólido.
O troco de Kühl
“Para se defender de uma investigação e provar que está certo é preciso acusar outros? Será que para fazer o certo temos que fazer sempre de modo diferente? É impossível admitir que outras pessoas fizeram de maneira correta e que, portanto, podemos ter a grandeza de continuar fazendo do mesmo jeito? As ações são corretas quando são éticas e têm amparo legal. Independem de outra fundamentação!”. Este é o trecho final de uma nota à imprensa enviada pelo ex-prefeito Pedrinho Kühl e define bem o seu inconformismo, com a nota paga pela Prefeitura para se defender das acusações da terceirização da merenda, que vem sofrendo sucessivas ações judiciais. A nota é assinada também pela ex-secretária da Educação, Ana Terezinha Carneiro Naleto. É o direito ao contraditório!
Quase destruída!
A Bandeira Brasileira, hasteada permanentemente no marco dos 500 anos do descobrimento do Brasil, na rotatória da Hípica, está aos farrapos. A cada dia ela aparece mais desgastada. Bastante rasgada e faltando pedaços, já passou da hora de ser trocada. Afinal, está num dos pontos de maior acesso para o centro da cidade e bem visível. Longe de ser um cartão postal, revela desleixo e despreocupação das autoridades para com um dos símbolos nacionais.
Mais Área Azul
Ainda sobre os espaçosos, que usam mais que uma vaga para estacionar seus veículos, eu mesmo tive uma experiência prática dessa situação nesta semana. Ontem à tarde, no mesmo dia em que esta coluna fazia comentários sobre a falta de vagas no centro, rodei cerca de 30 minutos no quadrilátero entre as ruas Alferes Franco, Deputado Octávio Lopes, Santa Cruz e 13 de Maio, para conseguir uma vaga. Tudo porque, num espaço para cinco veículos, na Alferes, estavam estacionados apenas três. Bem folgados e espaçosos, impediam outros de ocuparem as vagas existentes.
Janeiro, o preço...
No próximo mês, área azul terá novo preço. Vai subir consideravelmente. Então, cada vaga deverá ser muito bem aproveitada. Espera-se, no mínimo, mais atenção da concessionária para com o usuário. Não é só ver se tem cartão, colocar aviso de multa, ou multar. Não! Ganhar dinheiro assim é fácil. Será que não há nenhuma espécie de responsabilidade para a Hora Park? Ou seja lá que concessionária for? É só recolher as moedas e contá-las no final da tarde? Quem pode responder?
Também no blog
A coluna Texto&Contexto está também na internet. No blog da Gazeta e pode ser acessada pelo link: http://colunatextoecontexto.blogspot.com/. Para leitura e comentários dos internautas. Quem quiser, pode me seguir também pelo Twitter. Outra ferramenta interessantíssima que a internet disponibiliza. Meu endereço é: http://twitter.com/claudiobontorim
Frase da Semana
“O meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável. E isso significa que é uma ameaça para o futuro do planeta e para os nossos países”. Gafe da ministra Dilma Rousseff, durante apresentação do plano brasileiro para o clima, em reunião do COP15 em Copenhague, Dinamarca. Na segunda-feira, 14.
Antonio Claudio Bontorim
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Censura à vista?
Sem alarde e divulgação - representantes dos maiores órgãos de comunicação e seis entidades de classe decidiram não participar - termina hoje a 1.ª Conferência Nacional de Comunicação (Cofecom), em Brasília, convocada por Lula em abril. Controle social sobre a mídia e criação de um Conselho Nacional de Comunicação são duas das propostas consideradas polêmicas. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é uma das organizadoras do evento, que começou na segunda-feira, 14.
‘Libertad, jamás’
Parece que está batendo uma “síndrome” de Hugo Chávez e Evo Morales em alguns gestores da mídia nacional. Tudo indica que está se tentando abrir caminho para um controle dos meios de comunicação, numa tentativa de intimidar jornalistas e empresas, que não se alinhem ao poder. Aqui em Limeira essa tem sido a tônica, ultimamente, por parte dos poderes Executivo e Legislativo, quando o jornalista não segue suas cartilhas. Tenho sido vítima dessa intolerância. Infelizmente!
Mais marionetes
É evidente que se trata de uma conferência sem poder de mando. Pode, porém, se transformar numa ferramenta - conforme forem suas conclusões e propostas - para futuras ações contra a liberdade de imprensa, embora representantes da Fenaj neguem veementemente tal monstruosidade. Pelo andar da carruagem, e por tudo que se tem visto por aqui na América do Sul, é preciso atenção redobrada e resistência, contra o que possa parir a Cofecom.
Muito a aprender
Tem político que gosta de dar lições de moral, de conhecimento e de experiência. Que faz, que manda e tudo pode. Só não sabe dar lição de humildade e perceber que há momentos em que a inteligência e sabedoria devem superar a vaidade. E os interesses políticos e de grupos.
De paróquia nova
Acabou-se o mistério. Anteontem à tarde a Diocese divulgou as transferências de padres para 2009/2010. Padre Alquermes fica em Limeira. Ele deixa a Catedral e vai assumir como auxiliar na Paróquia Santa Rita, também em Limeira. A partir de primeiro de março do ano que vem. Dúvidas. Muitas dúvidas no ar...
Colaboração total
Que há falta de vagas para estacionar no centro, é uma realidade. Que a Secretaria de Transportes acertou em acabar com os estacionamentos especiais e privilegiados - farmácias, Fórum, etc., etc., - ninguém duvida. Que há uma total falta de educação e respeito de muitos motoristas (homens e mulheres), que gostam de ocupar duas vagas é outra triste e recorrente realidade. Se o poder público está fazendo sua parte, a população também precisa colaborar. E muito!
Eu recomendo!
Um clássico do cinema, que trata de imprensa e política. Principalmente nesses tempos, em que a imprensa está ameaçada com inúmeras tentativas de mordaças. Estou falando do filme Todos os Homens do Presidente, de 1976. Dirigido por Alan J. Pakula, esse drama, de 138 minutos, mostra jornalistas do Washington Post na investigação da invasão da sede do Partido Democrata, ocorrida durante a campanha presidencial dos EUA, em 1972. O trabalho acabou sendo um dos principais motivos da renúncia do presidente Richard Nixon, do Partido Republicano, em 1974. Foi o famoso escândalo de Watergate. O roteiro é assinado pelos próprios jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward, que escreveram o livro sobre o tema, e William Goldman. Nos papéis centrais, Carl Bernstein é interpretado por Dustin Hoffman e Bob Woodward, por Robert Redford. Tem ainda, Jason Robards, Martin Balsam, Hal Holbrook, Meredith Baxter e Jane Alexander. E Ghostbusters (Os Caça-Fantasmas) deve ser lançado em 2012. Coincidência ou não, é ano de eleição municipal por aqui!
Antonio Claudio Bontorim
Sem alarde e divulgação - representantes dos maiores órgãos de comunicação e seis entidades de classe decidiram não participar - termina hoje a 1.ª Conferência Nacional de Comunicação (Cofecom), em Brasília, convocada por Lula em abril. Controle social sobre a mídia e criação de um Conselho Nacional de Comunicação são duas das propostas consideradas polêmicas. A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) é uma das organizadoras do evento, que começou na segunda-feira, 14.
‘Libertad, jamás’
Parece que está batendo uma “síndrome” de Hugo Chávez e Evo Morales em alguns gestores da mídia nacional. Tudo indica que está se tentando abrir caminho para um controle dos meios de comunicação, numa tentativa de intimidar jornalistas e empresas, que não se alinhem ao poder. Aqui em Limeira essa tem sido a tônica, ultimamente, por parte dos poderes Executivo e Legislativo, quando o jornalista não segue suas cartilhas. Tenho sido vítima dessa intolerância. Infelizmente!
Mais marionetes
É evidente que se trata de uma conferência sem poder de mando. Pode, porém, se transformar numa ferramenta - conforme forem suas conclusões e propostas - para futuras ações contra a liberdade de imprensa, embora representantes da Fenaj neguem veementemente tal monstruosidade. Pelo andar da carruagem, e por tudo que se tem visto por aqui na América do Sul, é preciso atenção redobrada e resistência, contra o que possa parir a Cofecom.
Muito a aprender
Tem político que gosta de dar lições de moral, de conhecimento e de experiência. Que faz, que manda e tudo pode. Só não sabe dar lição de humildade e perceber que há momentos em que a inteligência e sabedoria devem superar a vaidade. E os interesses políticos e de grupos.
De paróquia nova
Acabou-se o mistério. Anteontem à tarde a Diocese divulgou as transferências de padres para 2009/2010. Padre Alquermes fica em Limeira. Ele deixa a Catedral e vai assumir como auxiliar na Paróquia Santa Rita, também em Limeira. A partir de primeiro de março do ano que vem. Dúvidas. Muitas dúvidas no ar...
Colaboração total
Que há falta de vagas para estacionar no centro, é uma realidade. Que a Secretaria de Transportes acertou em acabar com os estacionamentos especiais e privilegiados - farmácias, Fórum, etc., etc., - ninguém duvida. Que há uma total falta de educação e respeito de muitos motoristas (homens e mulheres), que gostam de ocupar duas vagas é outra triste e recorrente realidade. Se o poder público está fazendo sua parte, a população também precisa colaborar. E muito!
Eu recomendo!
Um clássico do cinema, que trata de imprensa e política. Principalmente nesses tempos, em que a imprensa está ameaçada com inúmeras tentativas de mordaças. Estou falando do filme Todos os Homens do Presidente, de 1976. Dirigido por Alan J. Pakula, esse drama, de 138 minutos, mostra jornalistas do Washington Post na investigação da invasão da sede do Partido Democrata, ocorrida durante a campanha presidencial dos EUA, em 1972. O trabalho acabou sendo um dos principais motivos da renúncia do presidente Richard Nixon, do Partido Republicano, em 1974. Foi o famoso escândalo de Watergate. O roteiro é assinado pelos próprios jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward, que escreveram o livro sobre o tema, e William Goldman. Nos papéis centrais, Carl Bernstein é interpretado por Dustin Hoffman e Bob Woodward, por Robert Redford. Tem ainda, Jason Robards, Martin Balsam, Hal Holbrook, Meredith Baxter e Jane Alexander. E Ghostbusters (Os Caça-Fantasmas) deve ser lançado em 2012. Coincidência ou não, é ano de eleição municipal por aqui!
Antonio Claudio Bontorim
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